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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Gênesis 3:11|
¶ Na ka mea ia, Na wai i mea ki a koe e tu tahanga ana koe? Kua kainga ranei e koe etahi o nga hua o te rakau i kiia atu ra e ahau ki a koe, Kaua ona hua e kainga?
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12
|Gênesis 3:12|
Na ka mea te tangata ra, Na te wahine i homai nei e koe hei hoa moku, nana i homai etahi o nga hua o te rakau ki ahau, a kainga ana e ahau.
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13
|Gênesis 3:13|
Na ka mea a Ihowa, te Atua, ki te wahine, He aha tenei kua meatia nei e koe? Ka mea te wahine, Na te nakahi ahau i maminga, a kai ana ahau.
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14
|Gênesis 3:14|
¶ Na ka mea a Ihowa, te Atua, ki te nakahi, Mo tenei mahi au nui atu te kanga mou i o nga kararehe katoa, i o nga kirehe katoa o te parae; ko tou kopu hei haere mou, ko te puehu hei kai mau i nga ra katoa e ora ai koe:
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15
|Gênesis 3:15|
Ka whakatupuria hoki e ahau he pakanga ma korua ko te wahine, ma tou uri ratou ko tona uri; ka maru tou matenga i a ia, ka maru i a koe tona rekereke.
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16
|Gênesis 3:16|
¶ Ka mea ia ki te wahine, Ka whakanuia rawatia e ahau tou mamae, me tou haputanga; ka mamae koe ina whanau tamariki; ka hiahia koe ki to tahu, ko ia ano hoki hei rangatira mou.
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17
|Gênesis 3:17|
¶ A ka mea ia ki a Arama, Mo tou rongonga ki te reo o tau wahine, mo tau kainga hoki i te hua o te rakau i kiia atu e ahau ki a koe, i meatia atu ra, Kaua e kainga etahi o ona hua: ka oti te oneone te kanga mo tau mahi; ka kainga e koe ona hua i r unga i te mamae i nga ra katoa e ora ai koe;
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18
|Gênesis 3:18|
He tataramoa ano hoki, he tumatakuru ana e whakatupu ake ai mau; a ka kai koe i te otaota o te parae;
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19
|Gênesis 3:19|
Ma te werawera o tou mata e kai ai koe i te taro, a hoki noa koe ki te oneone; i tangohia mai nei hoki koe i reira: he puehu hoki koe, a ka hoki ano ki te puehu.
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20
|Gênesis 3:20|
¶ A i huaina e Arama te ingoa o tana wahine ko Iwi; no te mea ko te whaea ia o nga mea ora katoa.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva