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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Gênesis 37:21|
Na i rongo a Reupena, a ka whakaorangia ia e ia i roto i o ratou ringa; ka mea ia, Kaua ia e patua e tatou.
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22
|Gênesis 37:22|
Ka mea ano a Reupena ki a ratou, Kaua e whakahekea he toto; maka atu ia ki roto ki tenei poka i te koraha nei, kaua hoki tetahi ringa e pa ki a ia; he mea hoki kia whakaora ai ia i a ia i roto i o ratou ringa, kia whakahoki ai ia i a ia ki tona papa.
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23
|Gênesis 37:23|
¶ A, i te taenga o Hohepa ki ona tuakana, ka huia e ratou te koti o Hohepa, te koti purepure e mau ana i a ia;
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24
|Gênesis 37:24|
A mauria ana ia, maka ana e ratou ki te poka: he tuwhera kau ano te poka, kahore he wai o roto.
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25
|Gênesis 37:25|
Na ka noho ratou ki te kai taro: a ka anga ake o ratou kanohi, na, ko tetahi tira Ihimaeri e haere mai ana i Kireara me a ratou kamera, he waha i nga mea kakara, i te pama, i te maira, e haere ana ki te kawe ki raro, ki Ihipa.
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26
|Gênesis 37:26|
Na ka mea a Hura ki ona tuakana ratou ko ona teina, He aha te pai o ta tatou patu i to tatou teina, o te huna hoki i ona toto?
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27
|Gênesis 37:27|
Tatou ka haere, ka hoko i a ia ki nga Ihimaeri, a kaua o tatou ringa e pa ki a ia; ko to tatou teina nei hoki ia, ko to tatou kikokiko. A i whakaae ona tuakana ratou ko ona teina.
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28
|Gênesis 37:28|
Na ka haere mai nga Miriani, he hunga hokohoko: ka hutia ake e ratou a Hohepa i roto i te poka, a ka hokona atu a Hohepa e ratou ki nga Ihimaeri, ki nga hiriwa e rua tekau: a ka kawea a Hohepa e ratou ki Ihipa.
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29
|Gênesis 37:29|
A ka hoki mai a Reupena ki te poka; na, kohore a Hohepa i roto i te poka; a ka haea e ia ona kakahu.
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30
|Gênesis 37:30|
Na ka hoki ia ki ona teina, ka mea, Kahore nei te tamaiti; a ko ahau, me haere ahau ki hea?
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva