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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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9
|Gênesis 23:9|
Kia homai e ia ki ahau tana ana, a Makapera, i te pito o tona wahi oneone; kia homai e ia ki ahau i waenganui i a koutou mo nga moni e rite ana hei utu, kia puritia e ahau hei urupa.
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10
|Gênesis 23:10|
Na ko Eperona i roto i nga tama a Hete e noho ana: na ka whakahoki a Eperona Hiti ki a Aperahama, me te whakarongo ano nga tama a Hete, me nga tangata katoa hoki i tomo i te kuwaha o tona pa, ka mea,
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11
|Gênesis 23:11|
Kahore, e toku ariki, whakarongo ki ahau: ka hoatu e ahau tena wahi ki a koe, me te ana i reira, ka hoatu e ahau ki a koe; ka hoatu e ahau i te aroaro o nga tama o toku iwi: tanumia tou tupapaku.
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12
|Gênesis 23:12|
Na ka tuohu a Aperahama i te aroaro o nga tangata whenua,
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13
|Gênesis 23:13|
Ka korero ki a Eperona, me te whakarongo ano nga tangata whenua, ka mea, Erangi ki te homai e koe, whakarongo ki ahau: ka hoatu e ahau he hiriwa ki a koe mo taua wahi; tangohia, a ka tanumia e ahau toku tupapaku ki reira.
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14
|Gênesis 23:14|
Na ko te whakahokinga a Eperona ki a Aperahama, ka mea ki a ia,
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15
|Gênesis 23:15|
E toku ariki, whakarongo mai ki ahau: he wahi whenua e wha rau nga hekere hiriwa tona utu, he aha tena i waenganui oku, ou? tanumia tou tupapaku.
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16
|Gênesis 23:16|
¶ Na ka whakarongo a Aperahama ki a Eperona; a paunatia ana e Aperahama ki a Eperona te hiriwa i korerotia e ia i te aroaro o nga tama a Hete, e wha rau nga hekere hiriwa, no nga moni e tangohia ana e nga kaihokohoko.
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17
|Gênesis 23:17|
Na whakapumautia ana te wahi oneone o Eperona, i Makapera, i te ritenga o Mamere, te oneone, me te ana i reira, me nga rakau katoa i runga i te oneone, i roto i ona rohe katoa, a tawhio noa,
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18
|Gênesis 23:18|
Hei wahi mo Aperahama, i te tirohanga a nga tama a Hete, i te aroaro o nga tangata katoa i tomo i te kuwaha o tona pa.
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Sugestões

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13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva