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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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8
|Levítico 15:8|
A ki te tuwha atu te tangata i te rere ki tetahi tangata pokekore, na me horoi e ia ona kakahu, me ia ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
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9
|Levítico 15:9|
Me te nohoanga hoiho i nohoia e te tangata he rere tona, kua poke.
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10
|Levítico 15:10|
Na he mea no raro i a ia, ko te tangata i pa atu, kua poke a ahiahi noa: ki te mauria hoki e tetahi tetahi o aua mea, me horoi ona kakahu, me ia ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki a ahiahi noa.
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11
|Levítico 15:11|
Na, ko te tangata i pa tera i te rere ki a ia, a kihai i horoia ona ringa ki te wai, me horoi ona kahu, me ia ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
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12
|Levítico 15:12|
Me wawahi ano hoki te oko oneone i pangia e te tangata he rere tona: ko nga oko rakau katoa ia me horoi ki te wai.
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13
|Levítico 15:13|
A e purea i tona rere te tangata he rere tona, na me tatau e ia nga rangi e whitu mo tona purenga, na ka horoia e ia ona kakahu, me horoi ano hoki tona kikokiko ki te wai rere, a ka kore ona poke.
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14
|Levítico 15:14|
A i te waru o nga ra me tiki e ia, kia rua nga kukupa, kia rua ranei nga pi kukupa, a ka haere ki te aroaro o Ihowa ki te whatitoka o te tapenakara o te whakaminenga, ka hoatu ai ki te tohunga:
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15
|Levítico 15:15|
Katahi ka whakaherea aua mea e te tohunga, tetahi hei whakahere hara, tetahi hoki hei tahunga tinana; a ka whakamarie te tohunga mona ki te aroaro o Ihowa mo tona rere.
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16
|Levítico 15:16|
Ki te paheke mai hoki te purapura moenga o tetahi tangata, na, me horoi e ia tona tinana katoa ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
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17
|Levítico 15:17|
Me horoi ano hoki ki te wai nga kakahu katoa, me nga hiako kei aua mea nei te purapura moenga, ka poke hoki aua mea a ahiahi noa.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva