-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
18
|Levítico 15:18|
Ki te moe maori hoki tetahi tangata ki tetahi wahine, me horoi raua ki te wai, ka poke hoki raua a ahiahi noa.
-
19
|Levítico 15:19|
¶ A ki te mea he rere to tetahi wahine, a he toto te rere o tona kikokiko, me whakamotuhake kia whitu nga ra: ka poke ano hoki nga tangata katoa e pa ana ki a ia a ahiahi noa.
-
20
|Levítico 15:20|
Ka poke ano nga mea katoa e takotoria ana e ia i tona whakamotuhaketanga; ka poke ano nga mea katoa e noho ai ia.
-
21
|Levítico 15:21|
Ki te pa hoki tetahi ki tona moenga, me horoi e ia ona kakahu, a ia ake ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
-
22
|Levítico 15:22|
Ki te pa atu hoki tetahi ki tetahi mea i noho ai ia, me horoi e ia ona kakahu, a ia ake ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
-
23
|Levítico 15:23|
Ahakoa i runga taua mea i te moenga, i runga ranei i tetahi mea e nohoia ana e ia, ki te pa atu tetahi, ka poke ia a ahiahi noa.
-
24
|Levítico 15:24|
Ki te takoto hoki tetahi tangata ki a ia, a ka mau ki a ia ona whakapoke, ka poke, e whitu nga ra: ka poke katoa ano nga moenga katoa e takoto ai ia.
-
25
|Levítico 15:25|
A ki te maha nga ra o te rerenga toto o tetahi wahine, a ehara i te wa e paheke ai, ki te roa atu ranei te rerenga i to te wa e paheke ai; ka pera ano me nga ra o tona paheketanga nga ra katoa e rere ai tona whakapoke; ka poke ia.
-
26
|Levítico 15:26|
Ka pera ano ki a ia me te moenga o tona paheketanga nga moenga katoa e takoto ai ia i nga ra katoa e rere ai: ka poke ano hoki nga mea katoa e noho ai ia, ka rite ki te whakapoke o tona paheketanga.
-
27
|Levítico 15:27|
Ka poke ano hoki te tangata e pa ana ki aua mea, me horoi ano hoki e ia ona kakahu, a ia ake ano hoki me horoi ki te wai, ka poke hoki ia a ahiahi noa.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva