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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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25
|Levítico 16:25|
Me tahu ano e ia te ngako o te whakahere hara ki runga ki te aata.
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26
|Levítico 16:26|
Ko te kaituku hoki o te koati hei koati haere noa, me horoi e ia ona kakahu, me horoi ano tona kikokiko ki te wai, a muri iho, ka haere mai ki te puni.
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27
|Levítico 16:27|
A ko te puru mo te whakahere hara, me te koati mo te whakahere hara, no raua nei nga toto i kawea ki roto ki te wahi tapu hei whakamarie, me mau ki waho o te puni; a ka tahuna ki te ahi o raua hiako, o raua kikokiko, me to raua paru.
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28
|Levítico 16:28|
Na, ko te kaitahu, me horoi ona kakahu, me horoi ano tona kikokiko ki te wai, a muri iho, ka haere mai ki te puni.
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29
|Levítico 16:29|
¶ Hei tikanga pumau ano tenei ma koutou: i te whitu o nga marama, i te tekau o nga ra o te marama, me whakapouri o koutou wairua, kaua rawa tetahi mahi e mahia, e te tangata whenua, e te manene ranei i roto i a koutou:
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30
|Levítico 16:30|
Ko a taua rangi hoki te tohunga whakamarie ai mo koutou, hei pure i a koutou i o koutou hara katoa, kia ma ai koutou i te aroaro o Ihowa.
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31
|Levítico 16:31|
Hei hapati okiokinga taua ra ki a koutou, me whakapouri o koutou wairua: hei tikanga pumau.
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32
|Levítico 16:32|
Me whakamarie ano te tohunga e whakawahia nei ia, e whakatohungatia hoki hei tohunga i muri i tona papa, me kakahu ano nga kakahu rinena, nga kakahu tapu:
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33
|Levítico 16:33|
Me whakamarie ia mo te wahi tapu, me whakamarie ano mo te tapenakara o te whakaminenga, mo te aata hoki; me whakamarie ano mo nga tohunga, mo nga tangata katoa hoki o te whakaminenga.
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34
|Levítico 16:34|
Hei tikanga pumau tenei ki a koutou, kia whakamarie mo nga tama a Iharaira, mo o ratou hara katoa: kia kotahi meatanga i te tau. Na ka meinga e ia ta Ihowa i whakahau ai ki a Mohi.
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva