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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Levítico 17:11|
Kei roto hoki i te toto te oranga o te kikokiko; kua hoatu ano e ahau ki a koutou mo runga i te aata, hei whakamarie mo o koutou wairua: ko te toto hoki, na tona ora, te mea hei whakamarie.
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12
|Levítico 17:12|
Koia ahau i mea ai ki nga tama a Iharaira, Kaua tetahi o koutou e kai toto, kaua ano hoki te manene i roto i a koutou e kai toto.
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13
|Levítico 17:13|
Ki te whai hoki tetahi o nga tama a Iharaira, o nga manene ranei i roto i a koutou, a ka mau tetahi kirehe, tetahi manu ranei e tika ana kia kainga: me riringi ona toto, ka tanu ai ki te puehu.
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14
|Levítico 17:14|
No te mea ko te toto o te kikokiko e kotahi katoa ana me te ora o te kikokiko: koia ahau i mea ai ki nga tama a Iharaira, Kaua rawa e kainga te toto o tetahi kikokiko: ko te toto hoki te ora o nga kikokiko katoa: ki te kainga e tetahi, ka hatepe a atu.
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15
|Levítico 17:15|
Ki te kainga hoki e tetahi te mea i mate maori, te mea ranei i haea e te kirehe, ahakoa tangata whenua, iwi ke ranei, me horoi ona kakahu, me ia ano me horoi ki te wai, ka poke hoki a ahiahi noa: katahi ka kore te poke.
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16
|Levítico 17:16|
A ki te kahore e horoia e ia, ki te kahore hoki e horoia tona tinana, na ka waha e ia tona kino.
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1
|Levítico 18:1|
¶ I korero ano a Ihowa ki a Mohi, i mea,
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2
|Levítico 18:2|
Korero ki nga tama a Iharaira, mea atu ki a ratou, Ko Ihowa ahau, ko to koutou Atua.
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3
|Levítico 18:3|
Kei rite a koutou mahi ki nga mahi a te whenua o Ihipa, i noho na koutou: kei rite hoki a koutou mahi ki nga mahi a te whenua o Kanaana, e kawea nei koutou e ahau ki reira: kei haere i runga i a ratou tikanga.
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4
|Levítico 18:4|
Me mahi aku whakaritenga, kia mau ki aku tikanga, me haere hoki i reira; ko Ihowa ahau, ko to koutou Atua.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva