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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|Levítico 26:11|
A ka whakaturia e ahau taku tapenakara ki waenganui i a koutou, e kore ano toku wairua e whakarihariha ki a koutou.
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12
|Levítico 26:12|
Ka haereere ano hoki ahau i roto i a koutou, a hei Atua ahau mo koutou, ko koutou hoki hei iwi maku.
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13
|Levítico 26:13|
Ko Ihowa ahau, ko to koutou Atua i kawe mai nei i a koutou i te whenua o Ihipa, kei waiho hei pononga ma ratou; motu pu hoki ahau nga here o to koutou ioka, a meinga ana koutou kia haere tu.
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14
|Levítico 26:14|
¶ Tena ko tenei, ka kore koutou e whakarongo ki ahau, ka kore e mahi i enei whakahau katoa;
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15
|Levítico 26:15|
A ka whakahawea ki aku tikanga, ka whakarihariha ranei o koutou wairua ki aku whakaritenga, a kahore e mahia aku whakahau katoa, engari ka whakataka taku kawenata:
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16
|Levítico 26:16|
Na ka meinga ano hoki tenei e ahau ki a koutou; ka meinga e ahau hei rangatira mo koutou te pawera, te kohi, me te kirika, hei ngau i nga kanohi, hei whakapouri i te ngakau: a ka maumau ta koutou rui i a koutou purapura; no te mea ka kainga e o koutou hoariri.
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17
|Levítico 26:17|
A ka u atu toku mata ki a koutou, a ka patua koutou i te aroaro o o koutou hoariri, ka meinga hei kingi mo koutou te hunga e kino ana ki a koutou; a ka rere koutou, ahakoa kahore he kaiwhai.
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18
|Levítico 26:18|
A ki te kahore tonu koutou e rongo ki ahau i enei meatanga, na, e whitu atu aku pakinga i a koutou mo o koutou hara.
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19
|Levítico 26:19|
Ka whati ano i ahau te whakapehapeha o to koutou kaha; a ka meinga to koutou rangi kia whakarino, to koutou whenua hoki kia whakaparahi:
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20
|Levítico 26:20|
A ka poto kau o koutou uaua: no te mea e kore to koutou whenua e tuku ake i ona hua, e kore ano hoki e hua nga hua o nga rakau o te whenua.
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Sugestões

Clique para ler Números 7-8
13 de fevereiro LAB 410
FAZENDO CONTABILIDADE NA BÍBLIA
Números 07-08
Quando fiz Processamento de Dados, tive algumas matérias me marcaram muito. Algumas delas eram da área de Contabilidade, mas eu não gostava tanto delas. Mesmo assim, sabia que eram absolutamente necessárias. E, ironicamente, apesar de não apreciá-las, era apaixonado por elas! E na necessidade de envolver-me com elas, eu me debruçava em cima dos conhecimentos contábeis, por obrigação. Lembro-me do desafio de fazer e fechar balancetes. Uma vez, passei quase a noite inteira “brigando” com um balancete.
O mais interessante eram as provas. O professor dava um problema. para fecharmos um balancete, e ficávamos nos matando em cima daquelas continhas “T”, por horas. No final, ou tirava a nota máxima, ou tirava zero. E o que mais me deixava intrigado era o fato de que o professor já nos fornecia o resultado final, antes de começarmos a fazer a prova. Eu ficava louco com aquilo. O importante não era saber qual era o número final, mas sim, como chegar até ele. Logo, se alguém quisesse colar, não teria como. O negócio era fazer os cálculos: números e mais números. A parte que eu gostava era comparar minha prova com as dos colegas, despois que o professor as devolvia. As que estavam certas eram exatamente iguais. Incrível! Se um detalhezinho estivesse diferente, tudo estaria errado, e o resultado seria desastroso. Foi Deus quem criou os números, as quantidades, as operações numéricas – a matemática. Por isso, ela é tão perfeita. E nessa, o importante não é o todo, mas sim os detalhes.
Os leitores superficiais precisam tomar cuidado. Há pessoas que quando se deparam com Números 7 e leem sobre o primeiro dia, quando Nasson trouxe sua oferta, e logo em seguida, quando leem sobre o segundo dia e começam a perceber que parece que a oferta de Natanael era igualzinha têm a tentação de dar apenas uma olhada por cima e pular lá para o final do capítulo ou para o seguinte. Não! Espere aí! Será que é iguazinho mesmo? E se não for? Será que isso importa?
Vou lhe fazer um desafio. Assim como um contabilista, tenha o compromisso de fazer um trabalho minucioso sobre “Números”, comparando todos os dados. Será que são todos exatamente iguais ou diferentes? Se forem iguais, você chegará ao final boquiaberto ao concluir: “Como Deus é organizado, minucioso, e detalhista!” E então entenderá porque está tudo ali: Deus dá a prova. Se não forem iguais, você terá um desafio maior (mas terá um aproveitamento maior ainda): responder à seguinte pergunta, para cada diferença que encontrar: “Por que só esse detalhezinho aqui é diferente?” O que ele tem a ensinar?
Você aceita o desafio? Então, comece já e verá como será legal!
Valdeci Júnior
Fátima Silva