-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
11
|Levítico 4:11|
Ko te hiako ia o te puru, ko ona kikokiko katoa, ko tona pane, ko ona waewae, ko ona whekau, me tona paru,
-
12
|Levítico 4:12|
Ara, ko te puru katoa hoki, me kawe e ia ki waho o te puni, ki tetahi wahi pokekore, ki te wahi e ringihia ai nga pungarehu, ka tahu ai ki te rakau ki te ahi: hei te ringihanga pungarehu tahu ai.
-
13
|Levítico 4:13|
¶ A ki te pohehe te whakaminenga katoa o Iharaira, a ka hara, a ka ngaro taua mea i nga kanohi o te whakaminenga, a ka tika ke i tetahi o a ratou mahi, he mea e kore e tika kia meatia, a ka whai hara ratou;
-
14
|Levítico 4:14|
A ka kitea te hara i hara ai ratou, katahi ka whakaherea e te whakaminenga tetahi puru kuao mo te hara, me kawe hoki ki mua o te tapenakara o te whakaminenga.
-
15
|Levítico 4:15|
Ka popoki ai nga ringa o nga kaumatua o te whakaminenga ki te pane o te puru ki te aroaro o Ihowa: a hei te aroaro o Ihowa patu ai i te puru.
-
16
|Levítico 4:16|
A ma te tohunga i whakawahia e kawe tetahi wahi o nga toto o te puru ki te tapenakara o te whakaminenga:
-
17
|Levítico 4:17|
Ka tou ai te tohunga i tona maihao ki te toto, a kia whitu ana tauhiuhinga ki te aroaro o Ihowa ki mua o te arai.
-
18
|Levítico 4:18|
Me pani ano e ia tetahi wahi o te toto ki nga haona o te aata i te aroaro o Ihowa, ki tera i te tapenakara o te whakaminenga, ka riringi ai i nga toto katoa ki te turanga o te aata tahunga tinana, ki tera i te whatitoka o te tapenakara o te whak aminenga.
-
19
|Levítico 4:19|
Me tango ano i ia ona ngako katoa, ka tahu ai ki runga ki te aata.
-
20
|Levítico 4:20|
Ko tana tena e mea ai ki te puru; kia rite ki tana i mea ai ki te puru whakahere hara, kia pera tana meatanga ki tenei: a me mea e te tohunga he whakamarie mo ratou, a ka murua to ratou hara.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva