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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Levítico 4:11|
Ko te hiako ia o te puru, ko ona kikokiko katoa, ko tona pane, ko ona waewae, ko ona whekau, me tona paru,
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|Levítico 4:12|
Ara, ko te puru katoa hoki, me kawe e ia ki waho o te puni, ki tetahi wahi pokekore, ki te wahi e ringihia ai nga pungarehu, ka tahu ai ki te rakau ki te ahi: hei te ringihanga pungarehu tahu ai.
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13
|Levítico 4:13|
¶ A ki te pohehe te whakaminenga katoa o Iharaira, a ka hara, a ka ngaro taua mea i nga kanohi o te whakaminenga, a ka tika ke i tetahi o a ratou mahi, he mea e kore e tika kia meatia, a ka whai hara ratou;
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|Levítico 4:14|
A ka kitea te hara i hara ai ratou, katahi ka whakaherea e te whakaminenga tetahi puru kuao mo te hara, me kawe hoki ki mua o te tapenakara o te whakaminenga.
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|Levítico 4:15|
Ka popoki ai nga ringa o nga kaumatua o te whakaminenga ki te pane o te puru ki te aroaro o Ihowa: a hei te aroaro o Ihowa patu ai i te puru.
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|Levítico 4:16|
A ma te tohunga i whakawahia e kawe tetahi wahi o nga toto o te puru ki te tapenakara o te whakaminenga:
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|Levítico 4:17|
Ka tou ai te tohunga i tona maihao ki te toto, a kia whitu ana tauhiuhinga ki te aroaro o Ihowa ki mua o te arai.
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|Levítico 4:18|
Me pani ano e ia tetahi wahi o te toto ki nga haona o te aata i te aroaro o Ihowa, ki tera i te tapenakara o te whakaminenga, ka riringi ai i nga toto katoa ki te turanga o te aata tahunga tinana, ki tera i te whatitoka o te tapenakara o te whak aminenga.
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19
|Levítico 4:19|
Me tango ano i ia ona ngako katoa, ka tahu ai ki runga ki te aata.
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20
|Levítico 4:20|
Ko tana tena e mea ai ki te puru; kia rite ki tana i mea ai ki te puru whakahere hara, kia pera tana meatanga ki tenei: a me mea e te tohunga he whakamarie mo ratou, a ka murua to ratou hara.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva