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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Levítico 4:21|
A me kawe e ia te puru ki waho o te puni, ka tahu, ka pera ano me ia i tahu i te puru tuatahi: ko te whakahere hara tena mo te whakaminenga.
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22
|Levítico 4:22|
¶ Ki te hara tetahi rangatira, a ka mahi i runga i te pohehe i tetahi o nga mea i whakahaua e Ihowa, e tona Atua, kia kaua e mahia, a ka whai hara,
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23
|Levítico 4:23|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe tana whakahere, he koati, hei te toa, hei te mea kohakore:
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24
|Levítico 4:24|
A ka popoki tona ringa ki runga ki te matenga o te koati, ka patu ai ki te wahi e patua nei te tahunga tinana ki te aroaro o Ihowa: he whakahere hara tena.
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25
|Levítico 4:25|
A me tango e te tohunga tetahi wahi o te toto o te whakahere hara ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, me riringi ano ona toto ki te turanga o te aata tahunga tinana.
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26
|Levítico 4:26|
Na me tahu e ia ona ngako katoa ki te aata, me pera me te ngako o nga patunga mo te pai: a ka whakamarie te tohunga mona, mo tona hara, a ka murua.
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27
|Levítico 4:27|
¶ A ki te pohehe tetahi tangata noa atu, a ka hara, nona i mea i tetahi mea e tika ke ana i tetahi o nga whakahau a Ihowa, he mea e kore e tika kia meatia, a ka whai hara;
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28
|Levítico 4:28|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe e ia tana whakahere, he koati, he uha, he kohakore, mo tona hara i hara ai.
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29
|Levítico 4:29|
A ka popoki tona ringa ki te matenga o te whakahere hara, ka patu ai i te whakahere hara ki te wahi mo te tahunga tinana.
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30
|Levítico 4:30|
Na ka tango te tohunga i tetahi wahi o ona toto ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, ka riringi ai i ona toto katoa ki te turanga o te aata.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva