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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Levítico 4:21|
A me kawe e ia te puru ki waho o te puni, ka tahu, ka pera ano me ia i tahu i te puru tuatahi: ko te whakahere hara tena mo te whakaminenga.
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22
|Levítico 4:22|
¶ Ki te hara tetahi rangatira, a ka mahi i runga i te pohehe i tetahi o nga mea i whakahaua e Ihowa, e tona Atua, kia kaua e mahia, a ka whai hara,
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23
|Levítico 4:23|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe tana whakahere, he koati, hei te toa, hei te mea kohakore:
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24
|Levítico 4:24|
A ka popoki tona ringa ki runga ki te matenga o te koati, ka patu ai ki te wahi e patua nei te tahunga tinana ki te aroaro o Ihowa: he whakahere hara tena.
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25
|Levítico 4:25|
A me tango e te tohunga tetahi wahi o te toto o te whakahere hara ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, me riringi ano ona toto ki te turanga o te aata tahunga tinana.
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26
|Levítico 4:26|
Na me tahu e ia ona ngako katoa ki te aata, me pera me te ngako o nga patunga mo te pai: a ka whakamarie te tohunga mona, mo tona hara, a ka murua.
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27
|Levítico 4:27|
¶ A ki te pohehe tetahi tangata noa atu, a ka hara, nona i mea i tetahi mea e tika ke ana i tetahi o nga whakahau a Ihowa, he mea e kore e tika kia meatia, a ka whai hara;
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28
|Levítico 4:28|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe e ia tana whakahere, he koati, he uha, he kohakore, mo tona hara i hara ai.
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29
|Levítico 4:29|
A ka popoki tona ringa ki te matenga o te whakahere hara, ka patu ai i te whakahere hara ki te wahi mo te tahunga tinana.
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30
|Levítico 4:30|
Na ka tango te tohunga i tetahi wahi o ona toto ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, ka riringi ai i ona toto katoa ki te turanga o te aata.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva