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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|Levítico 4:21|
A me kawe e ia te puru ki waho o te puni, ka tahu, ka pera ano me ia i tahu i te puru tuatahi: ko te whakahere hara tena mo te whakaminenga.
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22
|Levítico 4:22|
¶ Ki te hara tetahi rangatira, a ka mahi i runga i te pohehe i tetahi o nga mea i whakahaua e Ihowa, e tona Atua, kia kaua e mahia, a ka whai hara,
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23
|Levítico 4:23|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe tana whakahere, he koati, hei te toa, hei te mea kohakore:
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24
|Levítico 4:24|
A ka popoki tona ringa ki runga ki te matenga o te koati, ka patu ai ki te wahi e patua nei te tahunga tinana ki te aroaro o Ihowa: he whakahere hara tena.
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25
|Levítico 4:25|
A me tango e te tohunga tetahi wahi o te toto o te whakahere hara ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, me riringi ano ona toto ki te turanga o te aata tahunga tinana.
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26
|Levítico 4:26|
Na me tahu e ia ona ngako katoa ki te aata, me pera me te ngako o nga patunga mo te pai: a ka whakamarie te tohunga mona, mo tona hara, a ka murua.
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27
|Levítico 4:27|
¶ A ki te pohehe tetahi tangata noa atu, a ka hara, nona i mea i tetahi mea e tika ke ana i tetahi o nga whakahau a Ihowa, he mea e kore e tika kia meatia, a ka whai hara;
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28
|Levítico 4:28|
Ki te mohiotia e ia tona hara i hara ai, me kawe e ia tana whakahere, he koati, he uha, he kohakore, mo tona hara i hara ai.
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29
|Levítico 4:29|
A ka popoki tona ringa ki te matenga o te whakahere hara, ka patu ai i te whakahere hara ki te wahi mo te tahunga tinana.
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30
|Levítico 4:30|
Na ka tango te tohunga i tetahi wahi o ona toto ki tona maihao, ka pani ai ki nga haona o te aata tahunga tinana, ka riringi ai i ona toto katoa ki te turanga o te aata.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva