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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
106-
Maori -
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21
|Salmos 106:21|
Wareware ake i a ratou te Atua, to ratou kaiwhakaora, i mahi nei i nga mea nunui ki Ihipa.
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22
|Salmos 106:22|
I nga mahi whakamiharo ki te whenua o Hama, i nga mea whakamataku ki te Moana Whero.
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23
|Salmos 106:23|
Na ka mea ia, kia whakangaromia ratou, me i kaua a Mohi, tana i whiriwhiri ai, te tu ki tona aroaro i te takiwa, hei papare ake i tona riri, kei huna ratou e ia.
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24
|Salmos 106:24|
Ae ra, i whakahawea ratou ki te whenua ahuareka; kihai ratou i whakapono ki tana kupu;
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25
|Salmos 106:25|
Heoi amuamu ana i roto i o ratou teneti, kihai i whakarongo ki te reo o Ihowa.
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26
|Salmos 106:26|
Na reira ka ara tona ringa ki a ratou, ki te turaki i a ratou i te koraha;
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27
|Salmos 106:27|
Ki te turaki i o ratou uri i roto i nga iwi: ki te whakamarara i a ratou ki nga whenua.
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28
|Salmos 106:28|
I whakauru atu hoki ratou ki a Paarapeoro: a kai ana i nga patunga tapu ma nga mea mate.
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29
|Salmos 106:29|
Koia i whakapataritari ai ratou i a ia ki a ratou hanga kia riri; a pakaru ana mai te mate uruta ki a ratou.
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30
|Salmos 106:30|
Na ko te whakatikanga ake o Pinehaha, ki te whakaputa whakawa: a mutu iho te mate.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva