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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
109-
Maori -
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1
|Salmos 109:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi. He himene na Rawiri. E te Atua, e whakamoemiti nei ahau, kei wahangu koe:
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2
|Salmos 109:2|
Kua puaki hoki te mangai o te tangata kino me te mangai o te tangata tinihanga, ki te he moku: he teka o ratou arero, e korero nei moku.
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3
|Salmos 109:3|
I karapotia hoki ahau e ratou ki nga kupu mauahara, a i whawhai takekore ki ahau.
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4
|Salmos 109:4|
Mo toku aroha he riri ta ratou whakautu: ko ahau ia, he inoi taku.
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5
|Salmos 109:5|
E homai ana e ratou ki ahau he kino mo te pai, he mauahara mo toku aroha.
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6
|Salmos 109:6|
¶ Meinga he tangata kino hei rangatira mona; kia tu he hoariri ki tona ringa matau.
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7
|Salmos 109:7|
Kia tau te he ki a ia, ina whakawakia: kia waiho ano tana inoi hei hara.
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8
|Salmos 109:8|
Kia torutoru ona ra; kia riro tana mahi tirotiro i tetahi atu.
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9
|Salmos 109:9|
Kia pania ana tamariki, kia pouarutia hoki tana wahine.
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10
|Salmos 109:10|
Kia kopikopiko noa ana tamariki, pinono ai: kia rapu kai hoki ma ratou i o ratou wahi mokemoke.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva