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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
28-
Maori -
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1
|Salmos 28:1|
¶ Na Rawiri. Ka karanga ahau ki a koe, e Ihowa, e toku kohatu, kaua e wahangu ki ahau; ki te wahangu hoki koe ki ahau, ka rite ahau ki te hunga e heke atu ana ki te poka.
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2
|Salmos 28:2|
Whakarongo ki toku reo inoi, ua karanga ahau ki a koe, ina totoro oku ringa ki tou ahurewa tapu.
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3
|Salmos 28:3|
Kaua ahau e kumea tahitia me te hunga he; me nga kaimahi i te kino, he marie a ratou kupu ki o ratou hoa, he kino ia kei roto i o ratou ngakau.
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4
|Salmos 28:4|
Kia rite ki a ratou mahi tau e hoatu ai ki a ratou, ki te kino ano o a ratou hanga: kia rite ki nga mahi a o ratou ringa tau e hoatu ai ki a ratou, whakahokia ta ratou utu ki a ratou.
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5
|Salmos 28:5|
Na kahore nei ratou e whakaaro ki nga mahi a Ihowa, ki nga meatanga a ona ringa, mo reira ka whakahoroa iho ratou e ia, e kore ano e whakaturia ake.
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6
|Salmos 28:6|
¶ Kia whakapaingia a Ihowa mona i whakarongo mai ki toku reo inoi.
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7
|Salmos 28:7|
Ko Ihowa toku kaha, toku whakangungu rakau; i whakawhirinaki toku ngakau ki a ia, a awhinatia ana ahau; koia i hari ai toku ngakau, i whakamoemiti ai hoki taku waiata ki a ia.
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8
|Salmos 28:8|
Ko Ihowa to ratou kaha, ko ia ano te kaha whakaora o tana tangata i whakawahi ai.
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9
|Salmos 28:9|
Whakaorangia tau iwi, manaakitia tou kainga tupu: whangainga ratou, whakaarahia ake ake.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva