-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
63-
Maori -
-
1
|Salmos 63:1|
¶ He himene na Rawiri, i a ia i te koraha o Hura. E te Atua, noku koe Atua; ka moata taku rapu i a koe. E hiainu ana toku wairua ki a koe, e hiahia ana oku kikokiko ki a koe, i te whenua maroke, ruha noa, kahore nei he wai.
-
2
|Salmos 63:2|
Koia i titiro atu ai ahau ki a koe i te wahi tapu, kia kite ai i tou kaha, i tou kororia.
-
3
|Salmos 63:3|
¶ Pai atu tou aroha i te ora: mo reira ka whakamoemiti oku ngutu ki a koe.
-
4
|Salmos 63:4|
Ina, ka whakapai ahau ki a koe i ahau ano e ora nei; ka totoro atu oku ringa i runga i tou ingoa.
-
5
|Salmos 63:5|
Ka makona toku wairua, ano i te hinu wheua, i te ngako, a ka hari oku ngutu ina whakamoemiti toku mangai ki a koe.
-
6
|Salmos 63:6|
Ina mahara ahau ki a koe i runga i toku moenga, ina whakaaro ki a koe i nga mataaratanga o te po.
-
7
|Salmos 63:7|
¶ Ko koe hoki toku kaiawhina: na ka hari ahau ki te taumarumarutanga iho o ou pakau.
-
8
|Salmos 63:8|
Piri tonu toku wairua ki a koe: e tautoko ake ana tou matau i ahau.
-
9
|Salmos 63:9|
Ko te hunga e whai ana i toku wairua kia whakangaromia, ka riro ratou ki nga wahi o raro rawa o te whenua.
-
10
|Salmos 63:10|
Ka tukua atu ratou ki te kaha o te hoari: hei wahi ratou ma nga pokiha.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva