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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
84-
Maori -
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1
|Salmos 84:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi. Kititi. He himene ma nga tama a Koraha. Ano te ataahua o ou tapenakara, e Ihowa o nga mano!
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2
|Salmos 84:2|
E hiahia ana toku wairua, ae, e hemo ana ki nga marae o Ihowa: e tangi ana toku ngakau me oku kikokiko ki te Atua ora.
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3
|Salmos 84:3|
Me te pihoihoi hoki kua kite i tetahi whare, me te warou ano hoki i tetahi ohanga mona, hei takotoranga mo ana pi, ara i au aata, e Ihowa o nga mano, e toku Kingi, e toku Atua.
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4
|Salmos 84:4|
Ka hari te hunga e noho ana i tou whare: he whakamoemiti tonu ta ratou ki a koe. (Hera.
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5
|Salmos 84:5|
Ka hari te tangata ko tona kaha nei kei a koe: kei roto i o ratou ngakau nga huarahi ki reira.
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6
|Salmos 84:6|
Ka haere ratou ra te raorao o Paka, ka meinga e ratou hei puna: ngaro iho ano hoki nga poka i te ua.
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7
|Salmos 84:7|
Ka haere atu ratou i te kaha ki te kaha; ka kitea ratou ki te aroaro o te Atua i Hiona.
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8
|Salmos 84:8|
¶ E Ihowa, e te Atua o nga mano, whakarongo ki taku inoi: tahuri mai tou taringa, e te Atua o Hakopa. (Hera.
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9
|Salmos 84:9|
Titiro mai, e te Atua, e to matou whakangungu rakau: tirohia iho hoki te mata o tau tangata i whakawahi ai.
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10
|Salmos 84:10|
No te mea, he ra kotahi i ou whare, pai atu i nga ra kotahi mano: te tiaki tatau i te whare o toku Atua, pai atu ki ahau i te noho ki nga teneti o te kino.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva