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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
22-
Maori -
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1
|Salmos 22:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi. Airete Hahara. He himene na Rawiri. E toku Atua, e toku Atua, he aha koe i whakarere ai i ahau? he aha koe i matara atu ai ki te whakaora i ahau i nga kupu hoki o taku hamama?
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2
|Salmos 22:2|
E toku Atua, e karanga nei ahau i te awatea, heoi kahore koe e rongo, i te po ano kahore ahau e wahangu.
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3
|Salmos 22:3|
Otiia he tapu koe, kei nga whakamoemiti a Iharaira tou nohoanga.
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4
|Salmos 22:4|
I whakawhirinaki o matou matua ki a koe, i whakawhirinaki, a whakaorangia ana e koe.
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5
|Salmos 22:5|
I karanga ratou ki a koe, a kua ora; i whakawhirinaki ki a koe, a kihai i whakama.
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6
|Salmos 22:6|
Ko ahau ia he toke, ehara i te tangata: e tawaia ana e te tangata, e whakahaweatia ana e te iwi.
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7
|Salmos 22:7|
Kataina iho ahau e te hunga katoa e kite ana i ahau, ko ana o ratou ngutu, ruru ana o ratou matenga, e ki mai ana,
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8
|Salmos 22:8|
Tukua atu koe ki a Ihowa, mana ia e whakaora: mana ia e whakaora, e pai ana hoki ia ki a ia.
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9
|Salmos 22:9|
Nau ia ahau i whakawhanau mai i roto i te kopu, i mea hoki kia tumanako, i ahau i nga u o toku whaea.
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10
|Salmos 22:10|
He mea whakarere atu ahau ki runga ki a koe no te kopu mai; ko koe toku Atua no te kopu mai ano o toku whaea.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva