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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Salmos 4:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi Nekinoto. He himene na Rawiri. Whakahokia mai he kupu ki ahau, e te Atua o toku tika, ina karanga ahau: i ahau i te pouri i whakaputaina ahau e koe; kia atawhai ki ahau, whakarongo ki taku inoi.
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2
|Salmos 4:2|
E nga tama a te tangata, kia pehea te roa o ta koutou mea i toku kororia hei whakama, o ta koutou aroha ki te horihori, o ta koutou whai i te teka? (Hera.
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3
|Salmos 4:3|
Otiia kia mohio koutou he mea momotu ke na Ihowa te tangata tapu mana: e whakarongo a Ihowa ua karanga ahau ki a ia.
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4
|Salmos 4:4|
Kia oho koutou, a kaua e hara: korerorero ki o koutou ngakau i runga i o koutou moenga, me te ata takoto ano. (Hera.
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5
|Salmos 4:5|
Patua nga whakahere o te tika, me te okioki ano ki a Ihowa.
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6
|Salmos 4:6|
¶ He tokomaha te mea ana, Ma wai e whakakite te pai ki a matou? Kia ara, e Ihowa, te marama o tou mata ki runga ki a matou.
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7
|Salmos 4:7|
Hira ake te hari i homai e koe ki roto ki toku ngakau i to ratou i te wa i hua ai a ratou witi, ta ratou waina.
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8
|Salmos 4:8|
Ka takoto marire ahau, a moe tonu iho: ko koe anake hoki, e Ihowa, hei mea kia au toku noho.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva