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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
37-
Maori -
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1
|Salmos 37:1|
¶ Na Rawiri. Kaua e mamae ki te hunga kino, kaua e hae ki nga kaimahi i te he.
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2
|Salmos 37:2|
No te mea ka hohoro ratou te kotia, te peratia me te tarutaru, a ka memenga me he otaota hou.
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3
|Salmos 37:3|
Whakawhirinaki ki a Ihowa, mahia te pai; e noho ki te whenua, a e aru i muri i te pono.
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4
|Salmos 37:4|
Whakaahuareka ki a Ihowa, a ka homai e ia ki a koe ta tou ngakau i hiahia ai.
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5
|Salmos 37:5|
Tukua tou ara ki a Ihowa; whakawhirinaki hoki ki a ia, a mana e mahi.
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6
|Salmos 37:6|
Mana hoki e whakaputa tou tika, ano he marama, ou ritenga me te mea ko te ra e tu ana.
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7
|Salmos 37:7|
¶ Okioki ki a Ihowa, tatari marie ki a ia: kei mamae ki te tangata e tere ana i tona ara, ki te tangata e taea ana e ia nga whakaaro kino.
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8
|Salmos 37:8|
Kati te riri, whakarerea hoki te arita; kei mamae koe, kei takina kia mahi i te kino.
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9
|Salmos 37:9|
No te mea ka hatepea atu te hunga kino: ko te hunga ia e tatari ana ki a Ihowa, ka riro i a ratou te whenua.
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10
|Salmos 37:10|
Kia potopoto ake nei hoki, a ka kore noa iho te hunga kino: ae ra, ka ata tirohia e koe tona wahi, a kore kau noa iho ia.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva