-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
107-
Maori -
-
1
|Salmos 107:1|
¶ Whakawhetai ki a Ihowa, he pai hoki ia: he pumau tonu hoki tana mahi tohu.
-
2
|Salmos 107:2|
Kia pena ano te korero a te hunga i hokona e Ihowa, i hokona nei e ia i roto i te ringa o te hoariri;
-
3
|Salmos 107:3|
I kohikohia nei i nga whenua, i te rawhiti, i te uru, i te raki, i te tonga.
-
4
|Salmos 107:4|
I haereere ratou i te koraha i te wahi mokemoke, te kitea tetahi pa hei nohoanga.
-
5
|Salmos 107:5|
I matekai ratou, i matewai: hemo noa to ratou wairua i roto i a ratou.
-
6
|Salmos 107:6|
Na ka tangi ratou ki a Ihowa i to ratou pouri: a whakaorangia ana ratou e ia i o ratou mate.
-
7
|Salmos 107:7|
A arahina ana e ia ra te ara tika; kia haere ai ki te pa hei nohoanga.
-
8
|Salmos 107:8|
Aue! me i whakapaingia e te tangata a Ihowa mo tona atawhai, mo ana mahi whakamiharo ki nga tama a te tangata!
-
9
|Salmos 107:9|
E whakamakonatia ana hoki e ia te wairua hiahia: ko te wairua hiakai, whakakiia ana e ia ki te pai.
-
10
|Salmos 107:10|
¶ Ko te hunga i noho i te pouri, i te atarangi o te mate: he mea here ki te mamae, ki te rino;
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva