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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
17-
Maori -
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1
|Salmos 17:1|
¶ He inoi na Rawiri. Whakarongo ki te tika, e Ihowa, tahuri mai ki taku karanga, kia titaha mai tou taringa ki taku inoi, ara ki ta te ngutu tinihangakore.
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2
|Salmos 17:2|
Kia puta mai te whakaritenga o taku whakawa i tou aroaro; tirohia mai e ou kanohi te mea rite.
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3
|Salmos 17:3|
Kua whakamatauria e koe toku ngakau; kua tirotirohia iho ahau e koe i te po; kua whakamatau koe i ahau, a kahore he mea i kitea e koe; e mea ana ahau kia kaua e hara toku mangai.
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4
|Salmos 17:4|
Ko nga mahi ia a te tangata, ko nga kupu a tou mangai taku mea hei pa mai i ahau i nga ara o te kaiwhakangaro.
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5
|Salmos 17:5|
I whakaukia oku hikoinga ki au ara, kihai i paheke oku waewae.
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6
|Salmos 17:6|
Kua karanga nei ahau ki a koe, no te mea ka whakahoki kupu mai koe, e te Atua, ki ahau: whakatitahatia mai tou taringa ki ahau, whakarongo ki taku kupu.
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7
|Salmos 17:7|
Whakaaturia tou aroha whakamiharo, ko koe hoki, ko tou matau, te kaiwhakaora mo te hunga e whakawhirinaki ana ki a koe, i te hunga e whakatika mai ana.
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8
|Salmos 17:8|
¶ Tiakina ahau, ano ko te whatu o te kanohi, huna ahau ki raro i te taumarumarutanga o ou pakau,
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9
|Salmos 17:9|
I te hunga kino e tukino nei i ahau, i oku hoariri whakamate e karapoti nei i ahau.
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10
|Salmos 17:10|
E kopakia ana ratou e o ratou ngako: e korero whakapehapeha ana o ratou mangai.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva