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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
71-
Maori -
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1
|Salmos 71:1|
¶ Ko koe taku e whakawhirinaki ai, e Ihowa: kei whakama ahau ake ake.
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2
|Salmos 71:2|
Whakaorangia ahau, i runga i tou tika, kia mawhiti ano ahau: tahuri mai tou taringa ki ahau, whakaorangia hoki ahau.
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3
|Salmos 71:3|
Kia ai koe hei teko e noho ai ahau, hei hokihokinga tonutanga atu moku: kua kiia iho ahau e koe kia whakaorangia: ko koe nei hoki toku kohatu, toku pourewa.
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4
|Salmos 71:4|
Whakaorangia ahau, e toku Atua, i te ringa o te tangata kino, i te ringa o te whanoke, o te nanakia.
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5
|Salmos 71:5|
Ko koe nei hoki, e te Ariki, e Ihowa, taku e tumanako atu nei, taku e whakawhirinaki nei no toku tamarikitanga ake ano.
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6
|Salmos 71:6|
Nau ahau i tautoko ake no te kopu mai ano; nau ahau i tango mai i roto i nga whekau o toku whaea; ko koe taku e whakamoemiti tonu ai.
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7
|Salmos 71:7|
He miharotanga ahau na te tini; ko koe ia toku piringa kaha.
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8
|Salmos 71:8|
Kia ki toku mangai i te whakamoemiti ki a koe, i tou honore i te roa o te ra.
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9
|Salmos 71:9|
Kaua ahau e panga a te wa o te koroheketanga, kaua ahau e whakarerea ina hemo toku kaha.
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10
|Salmos 71:10|
E korerotia ana hoki ahau e oku hoariri, a e runanga tahi ana te hunga e whanga ana ki toku wairua.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva