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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
56-
Maori -
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1
|Salmos 56:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi. Ionata ereme rehokime. Na Rawiri. He Mikitama, i a ia ka mau i nga Pirihitini ki Kata. Tohungia ahau e te Atua, ka horomia hoki ahau e te tangata: e tukino ana ia ki ahau i te ra roa nei, i a ia e ngangare tonu nei.
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2
|Salmos 56:2|
E whai ana oku hoariri i te ra roa nei, kia horomia ahau; he tokomaha nei hoki e whakahi ana, e whawhai mai ana ki ahau.
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3
|Salmos 56:3|
Ka whakawhirinaki ahau ki a koe i te wa e mataku ai ahau.
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4
|Salmos 56:4|
Ma te Atua ahau ka whakamoemiti ki tana kupu: e whakawhirinaki ana ahau ki te Atua, e kore ahau e wehi. He aha ta te kikokiko e mea ai ki ahau?
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5
|Salmos 56:5|
E whakariroia ketia ana e ratou aku kupu i nga ra katoa; heoi ano ta ratou e whakaaro ai ko te kino moku.
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6
|Salmos 56:6|
E huihui ana ratou, e piri ana: e titiro matatau ana ki oku hikoinga, i a ratou e whanga nei ki toku wairua.
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7
|Salmos 56:7|
Ma te he koia ratou ka mawhiti ai? kia riri koe, e te Atua, whakataka iho hoki nga iwi.
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8
|Salmos 56:8|
¶ E taua ana e koe oku kopikopikotanga: rongoatia oku roimata ki roto ki tau ipu: kahore ianei i tau pukapuka?
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9
|Salmos 56:9|
I te ra e karanga ai ahau ka hoki whakamuri oku hoariri: e matau ana ahau ki tenei, kei ahau hoki te Atua.
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10
|Salmos 56:10|
Ma te Atua ahau ka whakamoemiti ai ki tana kupu; ma Ihowa ahau ka whakamoemiti ai ki tana kupu.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva