-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
137-
Maori -
-
1
|Salmos 137:1|
¶ I te taha o nga wai o Papurona, noho ana tatou i reira, ae, tangi ana tatou, ia tatou i mahara ai ki Hiona.
-
2
|Salmos 137:2|
Whakairia ake e tatou a tatou hapa ki runga ki nga wirou i waenganui o reira.
-
3
|Salmos 137:3|
No te mea i tono i reira te hunga nana tatou i herehere ki etahi waiata i a tatou, me te hunga nana tatou i tukino i tono mai he hari i a tatou, i mea mai, Waiatatia mai ki a matou tetahi o nga waiate o Hiona.
-
4
|Salmos 137:4|
Me pehea matou ka waiata ai i te waiata a Ihowa i te whenua tauhou?
-
5
|Salmos 137:5|
Ki te wareware ahau ki a koe, e Hiruharama, kia wareware toku ringa matau ki tana mahi.
-
6
|Salmos 137:6|
Ki te kore ahau e mahara ki a koe, kia piri toku arero ki toku ngao; ki te kore ahau e whakanui i Hiruharama ki runga ake i taku mea i tino hari ai.
-
7
|Salmos 137:7|
¶ E Ihowa, maharatia nga tama a Eroma i te ra o Hiruharama; ta ratou meatanga, Whakahoroa, whakahoroa, a taea rawatia ano tona turanga.
-
8
|Salmos 137:8|
E te tamahine o Papurona, meake nei whakangaromia, ka hari te tangata e utua ai koe mo tau i mea ai ki a matou.
-
9
|Salmos 137:9|
Ka hari te tangata e hopu ana, e ta ana i au mea nohinohi ki runga ki te kohatu.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva