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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
51-
Maori -
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1
|Salmos 51:1|
¶ Ki te tino kaiwhakatangi. He himene na Rawiri, i te taenga o Natana poropiti ki a ia, mo tona haerenga ki a Patehepa. Tohungia ahau, e te Atua, kia rite ki tou atawhai: kia rite ki tou aroha nui te murunga o oku he.
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2
|Salmos 51:2|
Horoia rawatia toku kino: kia ma hoki toku hara.
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3
|Salmos 51:3|
E whaki ana hoki ahau i aku mahi tutu: kei toku aroaro tonu toku hara.
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4
|Salmos 51:4|
He hara ki a koe, ki a koe anake, toku; i meatia ano tenei he ki tou aroaro; kia tika ai koe i tau korerotanga, kia ma ai hoki ina whakawa.
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5
|Salmos 51:5|
Na i whakaahuatia ahau i roto i te kino, i runga ano i te hara toku whakahaputanga ki roto ki toku whaea.
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6
|Salmos 51:6|
Na ko tau e matenui ai ko te pono i nga wahi o roto, a ka whakaakona oku wahi ngaro e koe ki te whakaaro nui.
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7
|Salmos 51:7|
¶ Purea ahau ki te hihopa, a ka ma ahau; horoia ahau, a ka ma ke atu i te hukarere.
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8
|Salmos 51:8|
Meinga kia rongo ahau i te hari, i te koa, a ka whakamanamana nga iwi i whatiia nei e koe.
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9
|Salmos 51:9|
Huna tou mata ki oku hara; a murua katoatia oku kino.
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10
|Salmos 51:10|
Hanga, e te Atua, he ngakau ma ki roto ki ahau: whakahoutia hoki ki roto ki ahau he wairua tika.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva