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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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38
|Gênesis 42:38|
A ka mea ia, E kore taku tama e haere tahi i a koutou ki raro: kua mate hoki tona tuakana, a ko ia anake ka mahue nei; a ki te pono he aitua ki a ia i te ara e haere nei koutou, katahi ka meinga toku koroheketanga e koutou kia heke tangi atu ki te po.
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1
|Gênesis 43:1|
¶ A, he tino nui te matekai o te whenua.
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2
|Gênesis 43:2|
A, ka pau te witi i maua mai e ratou i Ihipa, na ka mea to ratou papa ki a ratou, Hoki atu ki te hoko i tetahi wahi kai ma tatou.
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3
|Gênesis 43:3|
A ka korero a Hura ki a ia, ka mea, I tino whakatupato taua tangata i a matou, i mea, E kore koutou e kite i toku mata ki te kahore to koutou teina i a koutou.
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4
|Gênesis 43:4|
Ki te tukua e koe to matou teina hei hoa mo matou, ka haere matou ki raro ki te hoko kai mau:
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5
|Gênesis 43:5|
Ki te kahore ia e tukua e koe, e kore matou e haere ki raro: no te mea i ki mai taua tangata ki a matou, E kore koutou e kite i toku mata ki te kahore to koutou teina i a koutou.
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|Gênesis 43:6|
Na ka mea a Iharaira, He aha koutou i ngarahu kino ai ki ahau, i whakaatu ai ki taua tangata he teina ano to koutou?
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7
|Gênesis 43:7|
A ka mea ratou, I tino ui taua tangata ki o matou ahua, ki o matou whanaunga hoki, i mea mai, E ora ana ano ranei to koutou papa? tena ano ranei tetahi atu teina o koutou? a rite tonu ki enei kupu ta matou i korero ai ki a ia: tera ranei matou e ata mohio ka ki mai ia, Kawea mai to koutou teina ki raro nei?
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8
|Gênesis 43:8|
Na ka mea a Hura ki tona papa, ki a Iharaira, Tukua te tamaiti ki ahau, a ka whakatika matou, ka haere; kia ora ai tatou, kei mate tahi hoki matou me koe, me a matou potiki.
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9
|Gênesis 43:9|
Ko ahau hei utu mona; me rapu ia e koe i toku ringa: ki te kahore ahau e kawe mai i a ia ki a koe, e whakatu hoki i a ia ki tou aroaro, na, hei whakahenga ahau mau i nga ra katoa:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva