-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
10
|Gênesis 43:10|
Me i kahore hoki matou i roa nei, kua rua enei hokinga mai o matou inaianei.
-
11
|Gênesis 43:11|
¶ Katahi ka mea a Iharaira, to ratou papa ki a ratou, Ki te mea ra he penei te hanga, ko tenei ta koutou e mea ai; maua atu etahi o nga hua papai o te whenua i roto i a koutou oko, kawea atu hoki he hakari ki raro, ki taua tangata, tetahi wahi pam a, me tetahi wahi honi, etahi aramona:
-
12
|Gênesis 43:12|
Kia takirua hoki nga hiriwa e maua atu i roto i o koutou ringa; ko te moni hoki i whakahokia mai i te waha o a koutou peke, me whakahoki atu ano tena i roto i o koutou ringa; he pohehe noa pea tena:
-
13
|Gênesis 43:13|
Kawea atu ano hoki to koutou teina, a whakatika, hoki atu ano ki taua tangata:
-
14
|Gênesis 43:14|
A ma te Atua Kaha Rawa e tuku mai ki a koutou kia arohaina mai e taua tangata, kia tonoa mai ano e ia tera tuakana o koutou, raua ko Pineamine. Ko ahau hoki, ki te whakapania ahau, ka whakapania ahau.
-
15
|Gênesis 43:15|
¶ Na ka mau aua tangata ki taua hakari, e rua hoki nga moni i maua atu e ratou i roto i o ratou ringa, me Pineamine hoki: a whakatika ana ratou, haere ana ki raro, ki Ihipa, a ka tu ki te aroaro o Hohepa.
-
16
|Gênesis 43:16|
A, ka kitea a Pineamine e Hohepa i roto i a ratou, na ka mea ia ki te kaitohutohu o tona whare, Kawea ena tangata ki te whare, patua he kai, taka hoki; ka kai tahi hoki matou ko ena tangata ina tu te ra.
-
17
|Gênesis 43:17|
Na ka meatia e taua tangata ta Hohepa i ki ai; a ka kawea aua tangata e taua tangata ki te whare o Hohepa.
-
18
|Gênesis 43:18|
Na ka wehi aua tangata, mo ratou i kawea ki te whare o Hohepa; a ka mea ratou, Mo te moni i whakahokia i roto i a tatou peke i te haerenga tuatahi i kawea mai ai tatou; kia whai take mai ai ia ki a tatou, mo tana rere mai ki a tatou ki te tango i a tatou hei pononga, me a tatou kaihe hoki.
-
19
|Gênesis 43:19|
Na ka whakatata ratou ki te kaitohutohu o te whare o Hohepa, ka korero ki a ia i te kuwaha o te whare,
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva