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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Gênesis 3:5|
Erangi e mohio ana te Atua ko te ra e kai ai korua i tetahi o ona hua, katahi ka marama o korua kanohi, a ka rite korua ki te Atua, ka mohio ki te pai, ki te kino.
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6
|Gênesis 3:6|
¶ A, i te kitenga o te wahine he pai te rakau ra hei kai, he ahuareka ki te titiro atu, he rakau hoki e minaminatia hei whakamohio, na ka tango ia i etahi o ona hua, ka kai, ka hoatu hoki ki tana tahu i tona taha; a kai ana ia.
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7
|Gênesis 3:7|
Na ka marama o raua kanohi tahi, ka mohio raua kei te tu tahanga raua; na ka tuia e raua etahi rau piki, meatia ana hei rapaki mo raua.
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8
|Gênesis 3:8|
A ka rongo raua i te reo o Ihowa, o te Atua, e haereere ana i te kari i te hauhautanga o te ra: a ka piri a Arama raua ko tana wahine i te aroaro o Ihowa, o te Atua, ki roto ki nga rakau o te kari.
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9
|Gênesis 3:9|
¶ Na ka karanga a Ihowa, te Atua, ki a Arama, ka mea ki a ia, Kei hea koe?
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10
|Gênesis 3:10|
A ka mea ia, I rongo ahau ki tou reo i te kari, a wehi ana ahau, noku i tu tahanga; na piri ana ahau.
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|Gênesis 3:11|
¶ Na ka mea ia, Na wai i mea ki a koe e tu tahanga ana koe? Kua kainga ranei e koe etahi o nga hua o te rakau i kiia atu ra e ahau ki a koe, Kaua ona hua e kainga?
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12
|Gênesis 3:12|
Na ka mea te tangata ra, Na te wahine i homai nei e koe hei hoa moku, nana i homai etahi o nga hua o te rakau ki ahau, a kainga ana e ahau.
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13
|Gênesis 3:13|
Na ka mea a Ihowa, te Atua, ki te wahine, He aha tenei kua meatia nei e koe? Ka mea te wahine, Na te nakahi ahau i maminga, a kai ana ahau.
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|Gênesis 3:14|
¶ Na ka mea a Ihowa, te Atua, ki te nakahi, Mo tenei mahi au nui atu te kanga mou i o nga kararehe katoa, i o nga kirehe katoa o te parae; ko tou kopu hei haere mou, ko te puehu hei kai mau i nga ra katoa e ora ai koe:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva