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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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15
|Gênesis 3:15|
Ka whakatupuria hoki e ahau he pakanga ma korua ko te wahine, ma tou uri ratou ko tona uri; ka maru tou matenga i a ia, ka maru i a koe tona rekereke.
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16
|Gênesis 3:16|
¶ Ka mea ia ki te wahine, Ka whakanuia rawatia e ahau tou mamae, me tou haputanga; ka mamae koe ina whanau tamariki; ka hiahia koe ki to tahu, ko ia ano hoki hei rangatira mou.
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17
|Gênesis 3:17|
¶ A ka mea ia ki a Arama, Mo tou rongonga ki te reo o tau wahine, mo tau kainga hoki i te hua o te rakau i kiia atu e ahau ki a koe, i meatia atu ra, Kaua e kainga etahi o ona hua: ka oti te oneone te kanga mo tau mahi; ka kainga e koe ona hua i r unga i te mamae i nga ra katoa e ora ai koe;
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18
|Gênesis 3:18|
He tataramoa ano hoki, he tumatakuru ana e whakatupu ake ai mau; a ka kai koe i te otaota o te parae;
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19
|Gênesis 3:19|
Ma te werawera o tou mata e kai ai koe i te taro, a hoki noa koe ki te oneone; i tangohia mai nei hoki koe i reira: he puehu hoki koe, a ka hoki ano ki te puehu.
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20
|Gênesis 3:20|
¶ A i huaina e Arama te ingoa o tana wahine ko Iwi; no te mea ko te whaea ia o nga mea ora katoa.
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21
|Gênesis 3:21|
¶ Na ka hanga e Ihowa, e te atua, etahi kakahu hiako mo Arama raua ko tana wahine, a whakakakahuria ana raua.
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22
|Gênesis 3:22|
¶ Na ka mea a Ihowa, te Atua, Nana, kua rite nei te tangata ki tetahi o tatou, te mohio ki te pai, ki te kino: na kei totoro atu tona ringa aianei, kei tango i tetahi o nga hua o te rakau o te ora, kei kai, a ka ora tonu:
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23
|Gênesis 3:23|
Koia i tonoa atu ai ia e Ihowa, e te Atua, i te kari o Erene hei ngaki i te oneone i tangohia mai nei ia i reira.
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24
|Gênesis 3:24|
Heoi peia ana e ia te tangata; a whakanohoia ana ki te taha ki te rawhiti o te kari o Erene tetahi Kerupima, me tetahi hoari mura, he mea piupiu tonu ki tetahi taha, ki tetahi taha, hei tiaki i te huarahi ki te rakau o te ora.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva