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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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22
|Salmos 34:22|
E hokona ana e Ihowa te wairua o ana pononga, e kore ano e he tetahi o te hunga e whakawhirinaki ana ki a ia.
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1
|Salmos 35:1|
¶ Na Rawiri. E ngana, e Ihowa, ki te hunga e tohe ana ki ahau: whawhaitia te hunga e whawhai nei ki ahau.
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2
|Salmos 35:2|
Kia mau ki te whakangungu rakau, ki te puapua; whakatika hei awhina moku
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3
|Salmos 35:3|
Unuhia te tao, araia te ara o te hunga e whai nei i ahau: ki mai ki toku wairua, Ko ahau tou whakaoranga.
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4
|Salmos 35:4|
Kia whakama, kia numinumi te hunga e whai ana kia whakamatea ahau: kia whakahokia ki muri, kia whakapoauautia te hunga e whakatakoto ana i te kino moku.
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5
|Salmos 35:5|
Kia rite ratou ki te papapa e puhia ana e te hau; kia aia haeretia e te anahera a Ihowa.
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6
|Salmos 35:6|
Kia pouri to ratou ara, kia pahekeheke: kia whaia ratou e te anahera a Ihowa.
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7
|Salmos 35:7|
Kahore hoki he rawa i huna ai e ratou te poka o ta ratou kupenga moku; he mea keri takekore kia mate ai ahau.
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8
|Salmos 35:8|
Kia rokohanga poauautia ia e te ngaromanga; kia mau ano ko ia i tana kupenga i huna ai: kia taka ia ki taua tino ngaromanga.
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9
|Salmos 35:9|
A ka koa toku wairua ki a Ihowa, ka hari ki tana whakaoranga.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva