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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Salmos 36:2|
E whakapai ana hoki ona kanohi ake ki a ia ano, e kore e kitea tona hara, e kore e kinongia.
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3
|Salmos 36:3|
He kino nga kupu a tona mangai he rauhanga hoki, kua mahue i a ia te mahara, te mahi i te pai.
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4
|Salmos 36:4|
He mahi nanakia tana e whakaaro ai i runga i tona moenga; ehara i te pai te ara e turia ana e ia, kahore ona whakarihariha ki te kino.
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5
|Salmos 36:5|
¶ Kei nga rangi, e Ihowa, tau mahi tohu: tutuki noa atu tou pono ki nga kapua.
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6
|Salmos 36:6|
Rite tonu tou tika ki nga maunga o te Atua; he rire nui au whakaritenga: ko koe, e Ihowa, te kaiwhakaora i te tangata, i te kararehe.
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7
|Salmos 36:7|
Ano te pai o tou aroha, e te Atua: ka okioki nga tama a te tangata i raro i te taumarumarutanga iho o ou pakau.
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8
|Salmos 36:8|
Ka makona ratou i nga mea momona o tou whare: ka whakainumia ano e koe ki te awa o au mea whakahari.
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9
|Salmos 36:9|
Kei a koe hoki te puna o te ora; ma tou marama ka kite ai matou i te marama.
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|Salmos 36:10|
Kia roa tou aroha ki te hunga e matau ana ki a koe, tou tika hoki ki te hunga ngakau tika.
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|Salmos 36:11|
Kei puta mai ki ahau te waewae whakapakari; kei aia atu ahau e te ringa o te hunga hara.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva