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King James Version with Strongs -
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|Naum 1:11|
There is one come out H3318 of thee, that imagineth H2803 evil H7451 against the LORD, H3068 a wicked H1100 counsellor. H3289
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|Naum 1:12|
Thus saith H559 the LORD; H3068 Though they be quiet, H8003 and likewise many, H7227 yet thus shall they be cut down, H1494 when he shall pass through. H5674 Though I have afflicted H6031 thee, I will afflict H6031 thee no more.
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|Naum 1:13|
For now will I break H7665 his yoke H4132 from off thee, and will burst H5423 thy bonds H4147 in sunder. H5423
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|Naum 1:14|
And the LORD H3068 hath given a commandment H6680 concerning thee, that no more of thy name H8034 be sown: H2232 out of the house H1004 of thy gods H430 will I cut off H3772 the graven image H6459 and the molten image: H4541 I will make H7760 thy grave; H6913 for thou art vile. H7043
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|Naum 1:15|
Behold upon the mountains H2022 the feet H7272 of him that bringeth good tidings, H1319 that publisheth H8085 peace! H7965 O Judah, H3063 keep H2287 thy solemn feasts, H2282 perform H7999 thy vows: H5088 for the wicked H1100 shall no more H3254 pass through H5674 thee; he is utterly cut off. H3772
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva