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King James Version with Strongs -
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|Rute 3:1|
Then Naomi H5281 her mother in law H2545 said H559 unto her, My daughter, H1323 shall I not seek H1245 rest H4494 for thee, that it may be well H3190 with thee?
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|Rute 3:2|
And now is not Boaz H1162 of our kindred, H4130 with whose maidens H5291 thou wast? Behold, he winnoweth H2219 barley H8184 to night H3915 in the threshingfloor. H1637
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|Rute 3:3|
Wash H7364 thyself therefore, and anoint H5480 thee, and put H7760 thy raiment H8071 upon thee, and get thee down H3381 to the floor: H1637 but make not thyself known H3045 unto the man, H376 until he shall have done H3615 eating H398 and drinking. H8354
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|Rute 3:4|
And it shall be, when he lieth down, H7901 that thou shalt mark H3045 the place H4725 where he shall lie, H7901 and thou shalt go in, H935 and uncover H1540 his feet, H4772 and lay thee down; H7901 and he will tell H5046 thee what thou shalt do. H6213
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|Rute 3:6|
And she went down H3381 unto the floor, H1637 and did H6213 according to all that her mother in law H2545 bade H6680 her.
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|Rute 3:7|
And when Boaz H1162 had eaten H398 and drunk, H8354 and his heart H3820 was merry, H3190 he went H935 to lie down H7901 at the end H7097 of the heap of corn: H6194 and she came H935 softly, H3909 and uncovered H1540 his feet, H4772 and laid her down. H7901
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|Rute 3:8|
And it came to pass at midnight, H3915 H2677 that the man H376 was afraid, H2729 and turned H3943 himself: and, behold, a woman H802 lay H7901 at his feet. H4772
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|Rute 3:9|
And he said, H559 Who art thou? And she answered, H559 I am Ruth H7327 thine handmaid: H519 spread H6566 therefore thy skirt H3671 over thine handmaid; H519 for thou art a near kinsman. H1350
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|Rute 3:10|
And he said, H559 Blessed H1288 be thou of the LORD, H3068 my daughter: H1323 for thou hast shewed H3190 more kindness H2617 in the latter end H314 than at the beginning, H7223 inasmuch as thou followedst H3212 H310 not H1115 young men, H970 whether poor H1800 or rich. H6223
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva