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King James Version with Strongs -
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|Rute 3:1|
Then Naomi H5281 her mother in law H2545 said H559 unto her, My daughter, H1323 shall I not seek H1245 rest H4494 for thee, that it may be well H3190 with thee?
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|Rute 3:2|
And now is not Boaz H1162 of our kindred, H4130 with whose maidens H5291 thou wast? Behold, he winnoweth H2219 barley H8184 to night H3915 in the threshingfloor. H1637
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|Rute 3:3|
Wash H7364 thyself therefore, and anoint H5480 thee, and put H7760 thy raiment H8071 upon thee, and get thee down H3381 to the floor: H1637 but make not thyself known H3045 unto the man, H376 until he shall have done H3615 eating H398 and drinking. H8354
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|Rute 3:4|
And it shall be, when he lieth down, H7901 that thou shalt mark H3045 the place H4725 where he shall lie, H7901 and thou shalt go in, H935 and uncover H1540 his feet, H4772 and lay thee down; H7901 and he will tell H5046 thee what thou shalt do. H6213
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|Rute 3:6|
And she went down H3381 unto the floor, H1637 and did H6213 according to all that her mother in law H2545 bade H6680 her.
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|Rute 3:7|
And when Boaz H1162 had eaten H398 and drunk, H8354 and his heart H3820 was merry, H3190 he went H935 to lie down H7901 at the end H7097 of the heap of corn: H6194 and she came H935 softly, H3909 and uncovered H1540 his feet, H4772 and laid her down. H7901
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|Rute 3:8|
And it came to pass at midnight, H3915 H2677 that the man H376 was afraid, H2729 and turned H3943 himself: and, behold, a woman H802 lay H7901 at his feet. H4772
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|Rute 3:9|
And he said, H559 Who art thou? And she answered, H559 I am Ruth H7327 thine handmaid: H519 spread H6566 therefore thy skirt H3671 over thine handmaid; H519 for thou art a near kinsman. H1350
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|Rute 3:10|
And he said, H559 Blessed H1288 be thou of the LORD, H3068 my daughter: H1323 for thou hast shewed H3190 more kindness H2617 in the latter end H314 than at the beginning, H7223 inasmuch as thou followedst H3212 H310 not H1115 young men, H970 whether poor H1800 or rich. H6223
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva