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King James Version with Strongs -
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|1 Timóteo 5:21|
I charge G1263 thee before G1799 God, G2316 and G2532 the Lord G2962 Jesus G2424 Christ, G5547 and G2532 the elect G1588 angels, G32 that G2443 thou observe G5442 these things G5023 without G5565 preferring one before another, G4299 doing G4160 nothing G3367 by G2596 partiality. G4346
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|1 Timóteo 5:22|
Lay G2007 hands G5495 suddenly G5030 on G2007 no man, G3367 neither G3366 be partaker G2841 of other G245 men's sins: G266 keep G5083 thyself G4572 pure. G53
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|1 Timóteo 5:23|
Drink G5202 no longer G3371 water, G5202 but G235 use G5530 a little G3641 wine G3631 for G1223 thy G4675 stomach's sake G4751 and G2532 thine G4675 often G4437 infirmities. G769
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|1 Timóteo 5:24|
Some G5100 men's G444 sins G266 are G1526 open beforehand, G4271 going before G4254 to G1519 judgment; G2920 and G2532 G1161 some G5100 men they follow after. G1872
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|1 Timóteo 5:25|
Likewise G5615 also G2532 the good G2570 works G2041 of some are G2076 manifest beforehand; G4271 and G2532 they that are G2192 otherwise G247 cannot G1410 G3756 be hid. G2928
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva