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King James Version with Strongs -
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|1 Pedro 5:10|
But G1161 the God G2316 of all G3956 grace, G5485 who G3588 hath called G2564 us G2248 unto G1519 his G846 eternal G166 glory G1391 by G1722 Christ G5547 Jesus, G2424 after that ye have suffered G3958 a while, G3641 G846 make G2675 you G5209 perfect, G2675 stablish, G4741 strengthen, G4599 settle G2311 you.
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|1 Pedro 5:11|
To him G846 be glory G1391 and G2532 dominion G2904 for G1519 ever G165 and ever. G165 Amen. G281
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|1 Pedro 5:12|
By G1223 Silvanus, G4610 a faithful G4103 brother G80 unto you, G5213 as G5613 I suppose, G3049 I have written G1125 briefly, G3641 G1223 exhorting, G3870 and G2532 testifying G1957 that this G5026 is G1511 the true G227 grace G5485 of God G2316 wherein G3739 ye G1519 stand. G2476
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|1 Pedro 5:13|
The church that is at G1722 Babylon, G897 elected together with G4899 you, saluteth G782 you; G5209 and G2532 so doth Marcus G3138 my G3450 son. G5207
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|1 Pedro 5:14|
Greet ye G782 one another G240 with G1722 a kiss G5370 of charity. G26 Peace G1515 be with you G5213 all G3956 that are in G1722 Christ G5547 Jesus. G2424 Amen. G281
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva