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King James Version with Strongs -
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|Lamentações 5:1|
Remember, H2142 O LORD, H3068 what is come upon us: consider, H5027 and behold H7200 our reproach. H2781
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|Lamentações 5:2|
Our inheritance H5159 is turned H2015 to strangers, H2114 our houses H1004 to aliens. H5237
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|Lamentações 5:3|
We are orphans H3490 and fatherless, H1 H369 our mothers H517 are as widows. H490
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|Lamentações 5:4|
We have drunken H8354 our water H4325 for money; H3701 our wood H6086 is sold H935 H4242 unto us.
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|Lamentações 5:5|
Our necks H6677 are under persecution: H7291 we labour, H3021 and have no rest. H5117
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|Lamentações 5:6|
We have given H5414 the hand H3027 to the Egyptians, H4714 and to the Assyrians, H804 to be satisfied H7646 with bread. H3899
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|Lamentações 5:7|
Our fathers H1 have sinned, H2398 and are not; H369 and we have borne H5445 their iniquities. H5771
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|Lamentações 5:8|
Servants H5650 have ruled H4910 over us: there is none that doth deliver H6561 us out of their hand. H3027
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|Lamentações 5:9|
We gat H935 our bread H3899 with the peril of our lives H5315 because H6440 of the sword H2719 of the wilderness. H4057
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|Lamentações 5:10|
Our skin H5785 was black H3648 like an oven H8574 because H6440 of the terrible H2152 famine. H7458
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva