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King James Version with Strongs -
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|Amós 2:11|
And I raised up H6965 of your sons H1121 for prophets, H5030 and of your young men H970 for Nazarites. H5139 Is it not even thus, O ye children H1121 of Israel? H3478 saith H5002 the LORD. H3068
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|Amós 2:12|
But ye gave the Nazarites H5139 wine H3196 to drink; H8248 and commanded H6680 the prophets, H5030 saying, H559 Prophesy H5012 not.
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13
|Amós 2:13|
Behold, I am pressed H5781 under you, as a cart H5699 is pressed H5781 that is full H4392 of sheaves. H5995
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14
|Amós 2:14|
Therefore the flight H4498 shall perish H6 from the swift, H7031 and the strong H2389 shall not strengthen H553 his force, H3581 neither shall the mighty H1368 deliver H4422 himself: H5315
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|Amós 2:15|
Neither shall he stand H5975 that handleth H8610 the bow; H7198 and he that is swift H7031 of foot H7272 shall not deliver H4422 himself: neither shall he that rideth H7392 the horse H5483 deliver H4422 himself. H5315
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|Amós 2:16|
And he that is courageous H3820 among H533 the mighty H1368 shall flee away H5127 naked H6174 in that day, H3117 saith H5002 the LORD. H3068
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva