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King James Version with Strongs -
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|Miquéias 7:16|
The nations H1471 shall see H7200 and be confounded H954 at all their might: H1369 they shall lay H7760 their hand H3027 upon their mouth, H6310 their ears H241 shall be deaf. H2790
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|Miquéias 7:17|
They shall lick H3897 the dust H6083 like a serpent, H5175 they shall move H7264 out of their holes H4526 like worms H2119 of the earth: H776 they shall be afraid H6342 of the LORD H3068 our God, H430 and shall fear H3372 because of thee.
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|Miquéias 7:18|
Who is a God H410 like unto thee, that pardoneth H5375 iniquity, H5771 and passeth by H5674 the transgression H6588 of the remnant H7611 of his heritage? H5159 he retaineth H2388 not his anger H639 for ever, H5703 because he delighteth H2654 in mercy. H2617
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|Miquéias 7:19|
He will turn again, H7725 he will have compassion H7355 upon us; he will subdue H3533 our iniquities; H5771 and thou wilt cast H7993 all their sins H2403 into the depths H4688 of the sea. H3220
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|Miquéias 7:20|
Thou wilt perform H5414 the truth H571 to Jacob, H3290 and the mercy H2617 to Abraham, H85 which thou hast sworn H7650 unto our fathers H1 from the days H3117 of old. H6924
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva