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King James Version with Strongs -
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17
|Lamentações 3:17|
And thou hast removed H2186 my soul H5315 far off H2186 from peace: H7965 I forgat H5382 prosperity. H2896
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18
|Lamentações 3:18|
And I said, H559 My strength H5331 and my hope H8431 is perished H6 from the LORD: H3068
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19
|Lamentações 3:19|
Remembering H2142 mine affliction H6040 and my misery, H4788 the wormwood H3939 and the gall. H7219
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20
|Lamentações 3:20|
My soul H5315 hath them still H2142 in remembrance, H2142 and is humbled H7743 in me.
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22
|Lamentações 3:22|
It is of the LORD'S H3068 mercies H2617 that we are not consumed, H8552 because his compassions H7356 fail H3615 not.
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24
|Lamentações 3:24|
The LORD H3068 is my portion, H2506 saith H559 my soul; H5315 therefore will I hope H3176 in him.
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25
|Lamentações 3:25|
The LORD H3068 is good H2896 unto them that wait H6960 for him, to the soul H5315 that seeketh H1875 him.
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|Lamentações 3:26|
It is good H2896 that a man should both hope H3175 H2342 and quietly wait H1748 for the salvation H8668 of the LORD. H3068
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva