-
-
King James Version with Strongs -
-
7
|Lamentações 3:7|
He hath hedged H1443 me about, that I cannot get out: H3318 he hath made my chain H5178 heavy. H3513
-
9
|Lamentações 3:9|
He hath inclosed H1443 my ways H1870 with hewn stone, H1496 he hath made my paths H5410 crooked. H5753
-
10
|Lamentações 3:10|
He was unto me as a bear H1677 lying in wait, H693 and as a lion H738 in secret places. H4565
-
11
|Lamentações 3:11|
He hath turned aside H5493 my ways, H1870 and pulled me in pieces: H6582 he hath made H7760 me desolate. H8074
-
12
|Lamentações 3:12|
He hath bent H1869 his bow, H7198 and set H5324 me as a mark H4307 for the arrow. H2671
-
13
|Lamentações 3:13|
He hath caused the arrows H1121 of his quiver H827 to enter H935 into my reins. H3629
-
14
|Lamentações 3:14|
I was a derision H7814 to all my people; H5971 and their song H5058 all the day. H3117
-
15
|Lamentações 3:15|
He hath filled H7646 me with bitterness, H4844 he hath made me drunken H7301 with wormwood. H3939
-
16
|Lamentações 3:16|
He hath also broken H1638 my teeth H8127 with gravel stones, H2687 he hath covered H3728 me with ashes. H665
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva