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King James Version with Strongs -
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|Cantares 2:14|
O my dove, H3123 that art in the clefts H2288 of the rock, H5553 in the secret H5643 places of the stairs, H4095 let me see H7200 thy countenance, H4758 let me hear H8085 thy voice; H6963 for sweet H6156 is thy voice, H6963 and thy countenance H4758 is comely. H5000
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|Cantares 2:15|
Take H270 us the foxes, H7776 the little H6996 foxes, H7776 that spoil H2254 the vines: H3754 for our vines H3754 have tender grapes. H5563
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|Cantares 2:17|
Until the day H3117 break, H6315 and the shadows H6752 flee away, H5127 turn, H5437 my beloved, H1730 and be thou like H1819 a roe H6643 or a young H6082 hart H354 upon the mountains H2022 of Bether. H1336
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|Cantares 3:1|
By night H3915 on my bed H4904 I sought H1245 him whom my soul H5315 loveth: H157 I sought H1245 him, but I found H4672 him not.
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|Cantares 3:2|
I will rise H6965 now, and go about H5437 the city H5892 in the streets, H7784 and in the broad ways H7339 I will seek H1245 him whom my soul H5315 loveth: H157 I sought H1245 him, but I found H4672 him not.
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|Cantares 3:3|
The watchmen H8104 that go about H5437 the city H5892 found H4672 me: to whom I said, Saw H7200 ye him whom my soul H5315 loveth? H157
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|Cantares 3:4|
It was but a little H4592 that I passed H5674 from them, but I found H4672 him whom my soul H5315 loveth: H157 I held H270 him, and would not let him go, H7503 until I had brought H935 him into my mother's H517 house, H1004 and into the chamber H2315 of her that conceived H2029 me.
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|Cantares 3:5|
I charge H7650 you, O ye daughters H1323 of Jerusalem, H3389 by the roes, H6643 and H176 by the hinds H355 of the field, H7704 that ye stir not up, H5782 nor awake H5782 my love, H160 till he please. H2654
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|Cantares 3:6|
Who is this that cometh H5927 out of the wilderness H4057 like pillars H8490 of smoke, H6227 perfumed H6999 with myrrh H4753 and frankincense, H3828 with all powders H81 of the merchant? H7402
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva