-
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
1
|Tito 1:1|
paulos doulos theou apostolos de iêsou christou kata pistin eklektôn theou kai epignôsin alêtheias tês kat eusebeian
-
2
|Tito 1:2|
ep elpidi zôês aiôniou ên epêggeilato o apseudês theos pro chronôn aiôniôn
-
3
|Tito 1:3|
ephanerôsen de kairois idiois ton logon autou en kêrugmati o episteuthên egô kat epitagên tou sôtêros êmôn theou
-
4
|Tito 1:4|
titô gnêsiô teknô kata koinên pistin charis a=kai tsb=eleos eirênê apo theou patros kai tsb=kuriou tsb=iêsou christou a=iêsou tou sôtêros êmôn
-
5
|Tito 1:5|
toutou charin a=apelipon tsb=katelipon se en krêtê ina ta leiponta epidiorthôsê kai katastêsês kata polin presbuterous ôs egô soi dietaxamên
-
6
|Tito 1:6|
ei tis estin anegklêtos mias gunaikos anêr tekna echôn pista mê en katêgoria asôtias ê anupotakta
-
7
|Tito 1:7|
dei gar ton episkopon anegklêton einai ôs theou oikonomon mê authadê mê orgilon mê paroinon mê plêktên mê aischrokerdê
-
8
|Tito 1:8|
alla philoxenon philagathon sôphrona dikaion osion egkratê
-
9
|Tito 1:9|
antechomenon tou kata tên didachên pistou logou ina dunatos ê kai parakalein en tê didaskalia tê ugiainousê kai tous antilegontas elegchein
-
10
|Tito 1:10|
eisin gar polloi a=[kai] tsb=kai anupotaktoi mataiologoi kai phrenapatai malista oi ek a=tês peritomês
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva