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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Judas 1:1|
ioudas iêsou christou doulos adelphos de iakôbou tois en theô patri a=êgapêmenois tsb=êgiasmenois kai iêsou christô tetêrêmenois klêtois
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2
|Judas 1:2|
eleos umin kai eirênê kai agapê plêthuntheiê
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3
|Judas 1:3|
agapêtoi pasan spoudên poioumenos graphein umin peri tês koinês a=êmôn sôtêrias anagkên eschon grapsai umin parakalôn epagônizesthai tê apax paradotheisê tois agiois pistei
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4
|Judas 1:4|
pareisedusan gar tines anthrôpoi oi palai progegrammenoi eis touto to krima asebeis tên tou theou êmôn a=charita tsb=charin metatithentes eis aselgeian kai ton monon despotên tsb=theon kai kurion êmôn iêsoun christon arnoumenoi
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5
|Judas 1:5|
upomnêsai de umas boulomai eidotas a=[umas] a=panta tsb=umas tsb=apax tsb=touto oti a=[o] tsb=o kurios a=apax laon ek gês aiguptou sôsas to deuteron tous mê pisteusantas apôlesen
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6
|Judas 1:6|
aggelous te tous mê têrêsantas tên eautôn archên alla apolipontas to idion oikêtêrion eis krisin megalês êmeras desmois aidiois upo zophon tetêrêken
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7
|Judas 1:7|
ôs sodoma kai gomorra kai ai peri autas poleis ton omoion tsb=toutois tropon a=toutois ekporneusasai kai apelthousai opisô sarkos eteras prokeintai deigma puros aiôniou dikên upechousai
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8
|Judas 1:8|
omoiôs mentoi kai outoi enupniazomenoi sarka men miainousin kuriotêta de athetousin doxas de blasphêmousin
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9
|Judas 1:9|
o de michaêl o archaggelos ote tô diabolô diakrinomenos dielegeto peri tou a=môuseôs tsb=môseôs sômatos ouk etolmêsen krisin epenegkein blasphêmias a=alla tsb=all eipen epitimêsai soi kurios
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10
|Judas 1:10|
outoi de osa men ouk oidasin blasphêmousin osa de phusikôs ôs ta aloga zôa epistantai en toutois phtheirontai
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva