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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|1 Tessalonicenses 1:1|
paulos kai silouanos kai timotheos tê ekklêsia thessalonikeôn en theô patri kai kuriô iêsou christô charis umin kai eirênê tsb=apo tsb=theou tsb=patros tsb=êmôn tsb=kai tsb=kuriou tsb=iêsou tsb=christou
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2
|1 Tessalonicenses 1:2|
eucharistoumen tô theô pantote peri pantôn umôn mneian tsb=umôn poioumenoi epi tôn proseuchôn êmôn
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3
|1 Tessalonicenses 1:3|
adialeiptôs mnêmoneuontes umôn tou ergou tês pisteôs kai tou kopou tês agapês kai tês upomonês tês elpidos tou kuriou êmôn iêsou christou emprosthen tou theou kai patros êmôn
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4
|1 Tessalonicenses 1:4|
eidotes adelphoi êgapêmenoi upo a=[tou] theou tên eklogên umôn
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5
|1 Tessalonicenses 1:5|
oti to euaggelion êmôn ouk egenêthê eis umas en logô monon alla kai en dunamei kai en pneumati agiô kai a=[en] tsb=en plêrophoria pollê kathôs oidate oioi egenêthêmen a=[en] tsb=en umin di umas
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|1 Tessalonicenses 1:6|
kai umeis mimêtai êmôn egenêthête kai tou kuriou dexamenoi ton logon en thlipsei pollê meta charas pneumatos agiou
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|1 Tessalonicenses 1:7|
ôste genesthai umas a=tupon tsb=tupous pasin tois pisteuousin en tê makedonia kai a=en tê achaia
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|1 Tessalonicenses 1:8|
aph umôn gar exêchêtai o logos tou kuriou ou monon en tê makedonia kai a=[en b=en a=tê] b=tê achaia a=all tsb=alla tsb=kai en panti topô ê pistis umôn ê pros ton theon exelêluthen ôste mê chreian tsb=êmas echein a=êmas lalein ti
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|1 Tessalonicenses 1:9|
autoi gar peri êmôn apaggellousin opoian eisodon abs=eschomen t=echomen pros umas kai pôs epestrepsate pros ton theon apo tôn eidôlôn douleuein theô zônti kai alêthinô
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|1 Tessalonicenses 1:10|
kai anamenein ton uion autou ek tôn ouranôn on êgeiren ek a=[tôn] b=tôn nekrôn iêsoun ton ruomenon êmas a=ek tsb=apo tês orgês tês erchomenês
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva