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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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|1 Tessalonicenses 4:1|
b=[to] ts=to loipon oun adelphoi erôtômen umas kai parakaloumen en kuriô iêsou a=ina kathôs parelabete par êmôn to pôs dei umas peripatein kai areskein theô a=kathôs a=kai a=peripateite ina perisseuête mallon
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2
|1 Tessalonicenses 4:2|
oidate gar tinas paraggelias edôkamen umin dia tou kuriou iêsou
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3
|1 Tessalonicenses 4:3|
touto gar estin thelêma tou theou o agiasmos umôn apechesthai umas apo tês porneias
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4
|1 Tessalonicenses 4:4|
eidenai ekaston umôn to eautou skeuos ktasthai en agiasmô kai timê
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5
|1 Tessalonicenses 4:5|
mê en pathei epithumias kathaper kai ta ethnê ta mê eidota ton theon
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6
|1 Tessalonicenses 4:6|
to mê uperbainein kai pleonektein en tô pragmati ton adelphon autou dioti ekdikos tsb=o kurios peri pantôn toutôn kathôs kai b=proeipomen ats=proeipamen umin kai diemarturametha
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7
|1 Tessalonicenses 4:7|
ou gar ekalesen êmas o theos epi akatharsia all en agiasmô
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8
|1 Tessalonicenses 4:8|
toigaroun o athetôn ouk anthrôpon athetei alla ton theon ton a=[kai] tsb=kai a=didonta tsb=donta to pneuma autou to agion eis ab=umas ts=êmas
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9
|1 Tessalonicenses 4:9|
peri de tês philadelphias ou chreian echete graphein umin autoi gar umeis theodidaktoi este eis to agapan allêlous
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10
|1 Tessalonicenses 4:10|
kai gar poieite auto eis pantas tous adelphous a=[tous] tsb=tous en olê tê makedonia parakaloumen de umas adelphoi perisseuein mallon
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva