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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Apocalipse 1:1|
apokalupsis iêsou christou ên edôken autô o theos deixai tois doulois autou a dei genesthai en tachei kai esêmanen aposteilas dia tou aggelou autou tô doulô autou iôannê
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2
|Apocalipse 1:2|
os b=emarturêse ats=emarturêsen ton logon tou theou kai tên marturian iêsou christou osa b=eide ts=te ats=eiden
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3
|Apocalipse 1:3|
makarios o anaginôskôn kai oi akouontes tous logous tês prophêteias kai têrountes ta en autê gegrammena o gar kairos eggus
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4
|Apocalipse 1:4|
iôannês tais epta ekklêsiais tais en tê asia charis umin kai eirênê apo b=theou ts=tou o ôn kai o ên kai o erchomenos kai apo tôn epta pneumatôn a b=[estin] ts=estin enôpion tou thronou autou
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5
|Apocalipse 1:5|
kai apo iêsou christou o martus o pistos o prôtotokos ts=ek tôn nekrôn kai o archôn tôn basileôn tês gês tô ab=agapônti ts=agapêsanti êmas kai a=lusanti tsb=lousanti êmas a=ek tsb=apo tôn amartiôn êmôn en tô aimati autou
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6
|Apocalipse 1:6|
kai epoiêsen êmas ab=basileian ts=basileis ts=kai iereis tô theô kai patri autou autô ê doxa kai to kratos eis tous aiônas a=[tôn tsb=tôn a=aiônôn] tsb=aiônôn amên
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7
|Apocalipse 1:7|
idou erchetai meta tôn nephelôn kai opsetai auton pas ophthalmos kai oitines auton exekentêsan kai kopsontai ep auton pasai ai phulai tês gês nai amên
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8
|Apocalipse 1:8|
egô eimi to ab=alpha ts=a kai to ô ts=archê ts=kai ts=telos legei ts=o kurios ab=o ab=theos o ôn kai o ên kai o erchomenos o pantokratôr
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9
|Apocalipse 1:9|
egô iôannês o ts=kai adelphos umôn kai b=koinônos ats=sugkoinônos en tê thlipsei kai ts=en ts=tê basileia kai upomonê ab=en b=christô iêsou ts=christou egenomên en tê nêsô tê kaloumenê patmô dia ton logon tou theou kai tsb=dia tên marturian iêsou tsb=chri
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10
|Apocalipse 1:10|
egenomên en pneumati en tê kuriakê êmera kai êkousa b=phônên opisô mou ats=phônên megalên ôs salpiggos
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva