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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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22
|Apocalipse 3:22|
o echôn ous akousatô ti to pneuma legei tais ekklêsiais
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1
|Apocalipse 4:1|
meta tauta eidon kai idou thura b=aneôgmenê ats=êneôgmenê en tô ouranô kai ê phônê ê prôtê ên êkousa ôs salpiggos lalousês met emou a=legôn tsb=legousa anaba ôde kai deixô soi a dei genesthai meta tauta
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2
|Apocalipse 4:2|
tsb=kai eutheôs egenomên en pneumati kai idou thronos ekeito en tô ouranô kai epi ab=ton ts=tou ab=thronon ts=thronou kathêmenos
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3
|Apocalipse 4:3|
ats=kai ats=o ats=kathêmenos ts=ên omoios orasei lithô iaspidi kai ab=sardiô ts=sardinô kai iris kuklothen tou thronou b=omoiôs s=omoia at=omoios orasei smaragdinô
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4
|Apocalipse 4:4|
kai kuklothen tou thronou a=thronous tsb=thronoi b=kd ats=eikosi ts=kai ats=tessares kai epi tous thronous ts=eidon tsb=tous b=kd ats=eikosi ts=kai ats=tessaras presbuterous kathêmenous peribeblêmenous en imatiois leukois kai ts=eschon epi tas kephalas au
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5
|Apocalipse 4:5|
kai ek tou thronou ekporeuontai astrapai kai ts=brontai ts=kai phônai ab=kai ab=brontai kai epta lampades puros kaiomenai enôpion tou thronou a=a b=autou tsb=ai eisin ats=ta epta pneumata tou theou
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6
|Apocalipse 4:6|
kai enôpion tou thronou ab=ôs thalassa ualinê omoia krustallô kai en mesô tou thronou kai kuklô tou thronou tessara zôa gemonta ophthalmôn emprosthen kai opisthen
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7
|Apocalipse 4:7|
kai to zôon to prôton omoion leonti kai to deuteron zôon omoion moschô kai to triton zôon a=echôn tsb=echon to prosôpon ôs a=anthrôpou tsb=anthrôpos kai to tetarton b=[zôon] ats=zôon omoion aetô ab=petomenô ts=petômenô
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8
|Apocalipse 4:8|
kai a=ta b=[ta] tessara zôa en kath ab=en ts=eauto b=echon ts=eichon a=autôn a=echôn ana pterugas ex kuklothen kai esôthen ab=gemousin ts=gemonta ophthalmôn kai anapausin ouk echousin êmeras kai nuktos ab=legontes ts=legonta agios agios agios kurios o the
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9
|Apocalipse 4:9|
kai otan b=dôsi ats=dôsousin ta zôa doxan kai timên kai eucharistian tô kathêmenô epi a=tô tsb=tou a=thronô tsb=thronou tô zônti eis tous aiônas tôn aiônôn
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva