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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Apocalipse 2:1|
tô aggelô tês ab=en ab=ephesô ts=ephesinês ekklêsias grapson tade legei o kratôn tous epta asteras en tê dexia autou o peripatôn en mesô tôn epta luchniôn tôn chrusôn
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2
|Apocalipse 2:2|
oida ta erga sou kai ton kopon tsb=sou kai tên upomonên sou kai oti ou dunê bastasai kakous kai ab=epeirasas ts=epeirasô tous ab=legontas ts=phaskontas ab=eautous ts=einai apostolous b=einai kai ouk b=eisi ats=eisin kai eures autous pseudeis
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3
|Apocalipse 2:3|
kai ts=ebastasas ts=kai upomonên echeis kai ab=ebastasas dia to onoma mou ts=kekopiakas kai b=ouk ats=ou b=ekopiasas ts=kekmêkas a=kekopiakes
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4
|Apocalipse 2:4|
ab=alla ts=all echô kata sou oti tên agapên sou tên prôtên a=aphêkes tsb=aphêkas
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5
|Apocalipse 2:5|
mnêmoneue oun pothen ab=peptôkas ts=ekpeptôkas kai metanoêson kai ta prôta erga poiêson ei de mê erchomai soi bs=tachu t=tachei kai kinêsô tên luchnian sou ek tou topou autês ean mê metanoêsês
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6
|Apocalipse 2:6|
alla touto echeis oti miseis ta erga tôn nikolaitôn a kagô misô
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7
|Apocalipse 2:7|
o echôn ous akousatô ti to pneuma legei tais ekklêsiais tô nikônti dôsô autô phagein ek tou xulou tês zôês o estin en a=tô a=paradeisô tsb=mesô tsb=tou tsb=paradeisou tou theou b=mou
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8
|Apocalipse 2:8|
kai tô aggelô tês ab=en ab=smurnê ekklêsias ts=smurnaiôn grapson tade legei o prôtos kai o eschatos os egeneto nekros kai ezêsen
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9
|Apocalipse 2:9|
oida sou tsb=ta tsb=erga tsb=kai tên thlipsin kai tên ptôcheian ab=alla plousios ts=de ei kai tên blasphêmian ab=ek tôn legontôn ioudaious einai eautous kai ouk eisin alla sunagôgê tou satana
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10
|Apocalipse 2:10|
mêden phobou a melleis paschein idou b=dê mellei a=ballein tsb=balein ts=ex ts=umôn o diabolos ab=ex ab=umôn eis phulakên ina peirasthête kai exete thlipsin êmerôn deka ginou pistos achri thanatou kai dôsô soi ton stephanon tês zôês
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva