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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Apocalipse 22:1|
kai b=edeixe ats=edeixen moi ts=katharon potamon b=katharon udatos zôês lampron ôs krustallon ekporeuomenon ek tou thronou tou theou kai tou arniou
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2
|Apocalipse 22:2|
en mesô tês plateias autês kai tou potamou enteuthen kai a=ekeithen tsb=enteuthen xulon zôês poioun karpous dôdeka kata mêna ts=ena ekaston b=apodidous ats=apodidoun ton karpon autou kai ta phulla tou xulou eis therapeian tôn ethnôn
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3
|Apocalipse 22:3|
kai pan ab=katathema ts=katanathema ouk estai b=ekei ats=eti kai o thronos tou theou kai tou arniou en autê estai kai oi douloi autou latreusousin autô
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4
|Apocalipse 22:4|
kai opsontai to prosôpon autou kai to onoma autou epi tôn metôpôn autôn
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5
|Apocalipse 22:5|
kai nux ouk estai a=eti tsb=ekei kai tsb=chreian ouk b=echousi ats=echousin a=chreian a=phôtos luchnou kai phôtos êliou oti kurios o theos a=phôtisei ts=phôtizei b=phôtiei a=ep autous kai basileusousin eis tous aiônas tôn aiônôn
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6
|Apocalipse 22:6|
kai b=legei ats=eipen moi outoi oi logoi pistoi kai alêthinoi kai a=o kurios o theos tôn ab=pneumatôn ab=tôn ts=agiôn prophêtôn b=apesteile ats=apesteilen ton aggelon autou deixai tois doulois autou a dei genesthai en tachei
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7
|Apocalipse 22:7|
a=kai b=[kai] idou erchomai tachu makarios o têrôn tous logous tês prophêteias tou bibliou toutou
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8
|Apocalipse 22:8|
ab=kagô ts=kai ts=egô iôannês o ab=akouôn ab=kai blepôn tauta ts=kai ts=akouôn kai ote êkousa kai eblepsa b=epeson ats=epesa proskunêsai emprosthen tôn podôn tou aggelou tou deiknuontos moi tauta
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9
|Apocalipse 22:9|
kai legei moi ora mê sundoulos sou ts=gar eimi kai tôn adelphôn sou tôn prophêtôn kai tôn têrountôn tous logous tou bibliou toutou tô theô proskunêson
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10
|Apocalipse 22:10|
kai legei moi mê sphragisês tous logous tês prophêteias tou bibliou toutou ts=oti o kairos a=gar b=[gar] eggus estin
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva