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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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King James Version with Strongs -
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|1 Coríntios 12:1|
Now G1161 concerning G4012 spiritual G4152 gifts, brethren, G80 I would G2309 not G3756 have G2309 you G5209 ignorant. G50
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|1 Coríntios 12:2|
Ye know G1492 that G3754 ye were G2258 Gentiles, G1484 carried away G520 unto G4314 these dumb G880 idols, G1497 even as G302 ye G5613 were led. G71
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|1 Coríntios 12:3|
Wherefore G1352 I give G1107 you G5213 to understand, G1107 that G3754 no man G3762 speaking G2980 by G1722 the Spirit G4151 of God G2316 calleth G3004 Jesus G2424 accursed: G331 and G2532 that no man G3762 can G1410 say G2036 that Jesus G2424 is the Lord, G2962 but G1508 by G1722 the Holy G40 Ghost. G4151
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|1 Coríntios 12:4|
Now G1161 there are G1526 diversities G1243 of gifts, G5486 but G1161 the same G846 Spirit. G4151
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|1 Coríntios 12:5|
And G2532 there are G1526 differences G1243 of administrations, G1248 but G2532 the same G846 Lord. G2962
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|1 Coríntios 12:6|
And G2532 there are G1526 diversities G1243 of operations, G1755 but G1161 it is G2076 the same G846 God G2316 which G3588 worketh G1754 all G3956 in G1722 all. G3956
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|1 Coríntios 12:7|
But G1161 the manifestation G5321 of the Spirit G4151 is given G1325 to every man G1538 to G4314 profit withal. G4851
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|1 Coríntios 12:8|
For G1063 to one G3303 is G3739 given G1325 by G1223 the Spirit G4151 the word G3056 of wisdom; G4678 G1161 to another G243 the word G3056 of knowledge G1108 by G2596 the same G846 Spirit; G4151
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|1 Coríntios 12:9|
To G1161 another G2087 faith G4102 by G1722 the same G846 Spirit; G4151 G1161 to another G243 the gifts G5486 of healing G2386 by G1722 the same G846 Spirit; G4151
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|1 Coríntios 12:10|
To G1161 another G243 the working G1755 of miracles; G1411 G1161 to another G243 prophecy; G4394 G1161 to another G243 discerning G1253 of spirits; G4151 G1161 to another G2087 divers kinds G1085 of tongues; G1100 G1161 to another G243 the interpretation G2058 of tongues: G1100
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva