-
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
1
|Lamentações 1:1|
'êykhâh yâshebhâh bhâdhâdh hâ`iyr rabbâthiy `âm hâyethâhke'almânâh rabbâthiy bhaggoyim sârâthiy bammedhiynoth hâyethâh lâmass
-
2
|Lamentações 1:2|
bâkho thibhkeh ballaylâh vedhim`âthâh `al lecheyâh 'êyn-lâh menachêmmikkol-'ohabheyhâ kol-rê`eyhâ bâghdhu bhâh hâyu lâh le'oyebhiym s
-
3
|Lamentações 1:3|
gâlthâh yehudhâh mê`oniy umêrobh `abhodhâh hiy' yâshbhâh bhaggoyimlo' mâts'âh mânoach kol-rodhepheyhâ hisiyghuhâ bêyn hammetsâriyms
-
4
|Lamentações 1:4|
darkhêy tsiyyon 'abhêloth mibbeliy bâ'êy mo`êdh kol-she`âreyhâshomêmiyn kohaneyhâ ne'enâchiym bethulotheyhâ nughoth vehiy' mar-lâh s
-
5
|Lamentações 1:5|
hâyu tsâreyhâ lero'sh 'oyebheyhâ shâlu kiy-Adonay hoghâh`al robh-peshâ`eyhâ `olâleyhâ hâlkhu shebhiy liphnêy-tsâr s
-
6
|Lamentações 1:6|
vayyêtsê'min-bhath-[mi][bath]-tsiyyon kol-hadhârâh hâyu sâreyhâ ke'ayyâliymlo'-mâts'u mir`eh vayyêlekhu bhelo'-khoach liphnêy rodhêph s
-
7
|Lamentações 1:7|
zâkhrâhyerushâlaim yemêy `ânyâh umerudheyhâ kol machamudheyhâ 'asherhâyu miymêy qedhem binphol `ammâh beyadh-tsâr ve'êyn `ozêr lâhrâ'uhâ tsâriym sâchaqu `al mishbattehâ s
-
8
|Lamentações 1:8|
chêthe' châth'âh yerushâlaim`al-kên leniydhâh hâyâthâh kol-mekhabbedheyhâ hizziyluhâ kiy-râ'u`ervâthâh gam-hiy' ne'enchâh vattâshâbh 'âchor s
-
9
|Lamentações 1:9|
thum'âthâh beshuleyhâlo' zâkhrâh 'achariythâh vattêredh pelâ'iym 'êyn menachêm lâh re'êhAdonay 'eth-`ânyiy kiy highdiyl 'oyêbh s
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva